Veja outros textos inspiradores!
Levítico, LV, 6:4, será, pois, que, tendo pecado e ficado culpada, essa pessoa restituirá aquilo que roubou, ou que extorquiu, ou o depósito que lhe foi dado, ou o perdido que achou,
Por Levítico, Antigo TestamentoVencer O dia anoitece, o brilho evanesce E a gente se esquece do que era pra ser A vitória, o destino, penso comigo Almejo o que é grande e tento crescer A batalha, a guerra Um dia na Terra Agradeço a Deus pelo dom de viver Se caio, levanto, não faço pranto continuo andando como bem entender A vontade é forte, sou homem de sorte Minha determinação me leva a crer Que nesta vida, não importa o caminho E sim com quem andas te ajudará a vencer.
Por Marciel Muniz dos SantosNão importa se está chovendo dentro de você, o importante é não perder essa linda vontade de "ir" lá fora e brincar de viver
Por Diego ViniciusÊxodo, EX, 6:13, No entanto, o Senhor falou a Moisés e a Arão e lhes deu uma ordem para os filhos de Israel e para Faraó, rei do Egito: deveriam tirar os filhos de Israel da terra do Egito.
Por Êxodo, Antigo TestamentoO que mais me dói é o meu próprio rancor. Enfurece-me tanto que o transformo em tudo: o alívio em tensão, a cortesia em maus-tratos, a franqueza em falsidade, a dor em raiva.
Por Camila Sosa VilladaEzequiel, EZ, 26:15, - Assim diz o Senhor Deus a Tiro: ´Não é fato que as terras do mar tremerão com o estrondo da sua queda, quando gemerem os feridos, quando se fizer espantosa matança em suas ruas?
Por Ezequiel, Antigo TestamentoVem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio. Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas. (Enlacemos as mãos.) Depois pensemos, crianças adultas, que a vida Passa e não fica, nada deixa e nunca regressa, Vai para um mar muito longe, para ao pé do Fado, Mais longe que os deuses. Desenlacemos as mãos, porque não vale a pena cansarmo-nos. Quer gozemos, quer não gozemos, passamos como o rio. Mais vale saber passar silenciosamente E sem desassosegos grandes. Sem amores, nem ódios, nem paixões que levantam a voz, Nem invejas que dão movimento demais aos olhos, Nem cuidados, porque se os tivesse o rio sempre correria, E sempre iria ter ao mar. Amemo-nos tranquilamente, pensando que podíamos, Se quiséssemos, trocar beijos e abraços e carícias, Mas que mais vale estarmos sentados ao pé um do outro Ouvindo correr o rio e vendo-o. Colhamos flores, pega tu nelas e deixa-as No colo, e que o seu perfume suavize o momento — Este momento em que sossegadamente não cremos em nada, Pagãos inocentes da decadência. Ao menos, se for sombra antes, lembrar-te-ás de mim depois Sem que a minha lembrança te arda ou te fira ou te mova, Porque nunca enlaçamos as mãos, nem nos beijamos Nem fomos mais do que crianças. E se antes do que eu levares o óbolo ao barqueiro sombrio, Eu nada terei que sofrer ao lembrar-me de ti. Ser-me-ás suave à memória lembrando-te assim — à beira-rio, Pagã triste e com flores no regaço.
Por Ricardo Reis