Veja outros textos inspiradores!
Eu sou melhor nua. Decidi me despir, tirar a roupa, esvaziar a mente, arrancar a coroa e lavar o rosto. Descobri em mim, algo que nem mesmo eu sabia: Eu sou melhor nua. Ante toda essa tecnologia, moda de filtros e edição de fotos, não sabemos mais quem são as pessoas. Vemos uma foto e muitas vezes não condiz com a realidade. Eu sei! Muitas vezes eu também não me reconheço no espelho, ao ver uma foto trabalhadinha.
Por Vida Erin ZurichNão é apenas uma série de coincidências, é o destino. E eu nunca duvidei que você fosse o meu.
Por Jane The VirginSou professora há nove anos. Nesse período, muitas crianças tentaram me assustar de diversas formas, e sabe o que eu aprendi? Que eu sou muito mais corajosa do que as pessoas pensam. Incluindo eu mesma.
Por A Maldição da Mansão Bly**Manifesto Público de Aline Caira** Meu diário. Desde a dolorosa perda do meu esposo, e mesmo antes desse trágico evento, minha vida tem sido submetida a uma provação implacável. Clamo por socorro, pois me encontro em um estado de profundo desespero diante da iminente necessidade de encontrar um novo lar. A busca por um imóvel tem se revelado uma jornada exaustiva e frustrante. A cada tentativa, sou confrontada com pretextos infundados e barreiras aparentemente intransponíveis. Em um ato de desespero, cheguei a sacrificar todos os bens que outrora adornavam meu lar, na vã esperança de oferecer um caução que me garantisse um teto. Contudo, mesmo esse sacrifício se mostrou insuficiente, e continuo a ser implacavelmente rejeitada. A sucessão de obstáculos e a inexplicável resistência em me permitir alugar um imóvel me levam a crer que estou sendo vítima de uma conspiração orquestrada por forças obscuras. Estou à beira do despejo, e a cada porta que tento abrir, encontro apenas impedimentos e desculpas descabidas. Imóveis que antes se mostravam disponíveis, repentinamente se tornam "já alugados" após minhas tentativas de negociação. Em pleno século XXI, não consigo conceber tamanha crueldade e injustiça. Apelo à compaixão e à solidariedade de todos que lerem estas palavras, na esperança de que a verdade prevaleça e que eu possa encontrar um lar seguro para mim e para minha família. Que a sanidade e a esperança não me abandonem neste momento de extrema angústia. A dor que me consome não reside na ausência de meros objetos, mas sim na lacuna irreparável deixada pela partida do meu amado marido, Israel. Mesmo que sua presença física tenha sido intermitente, sua falta ecoa profundamente em cada canto de nossas vidas, na minha e na da nossa filha. Um véu de inexplicável sofrimento paira sobre nós. A única explicação que encontro, por mais dolorosa que seja, é a de que forças obscuras, movidas por interesses egoístas, tramam contra nós. Sinto que desejam nos ver desamparadas, lançadas à própria sorte nas ruas. Jamais fui negligente ou irresponsável. Pelo contrário, dedico cada fibra do meu ser à busca incessante por um lar, um refúgio de paz e tranquilidade para minha filha, Theodora. É meu dever materno prover um ambiente seguro, livre de hostilidades. Contudo, meus esforços se mostram vãos, como se uma força invisível me impedisse de alcançar esse objetivo. A casa vazia, desprovida de móveis, é um reflexo do meu desespero. Cada peça vendida representou uma batalha vencida pela sobrevivência, um sacrifício em prol da caução para um novo lar. Mas, mesmo assim, a porta da esperança permanece fechada. Imploro, a quem quer que leia estas palavras, que se coloque no lugar de uma mãe e viúva desesperada. Preciso de um apartamento, um lugar seguro onde eu e minha filha possamos dormir em paz, sem o temor constante que nos assombra. A viuvez não nos torna alvos fáceis, desprovidas de direitos. Somos seres humanos, amparadas pela lei. Clamei por ajuda ao Conselho Tutelar, mas a resposta tem sido o silêncio, a frieza de meros espectadores diante do nosso sofrimento. Socorro! Misericórdia! Proteção! Sobrevivemos em meio ao abandono, jogadas à própria sorte. O auxílio funeral e a venda dos móveis nos garantiram o sustento básico, mas a angústia persiste. Eu, Aline Caira, filha de Naurives Antônio Gomes, mãe de Theodora Anthoniella e viúva de Israel Rodrigues dos Santos, suplico por socorro em Franca/SP. O desespero me consome, e minha filha sofre com as constantes mudanças e a tormenta que nos assola. Rezas, súplicas e esforços se mostram insuficientes. Abandonei parte dos meus antidepressivos, buscando clareza mental e energia para lutar. Minha saúde, minha dor, ficam em segundo plano. A vida, a saúde, o bem-estar, a paz e a dignidade de moradia da minha filha são a prioridade. Sacrifico-me, relegando-me a um segundo plano, na esperança de, um dia, encontrar um tempo para mim. E continuo a lutar, a buscar, a implorar por um raio de esperança em meio à escuridão. Dirijo-me a vocês com a urgência de quem se vê acuada por uma situação de extrema gravidade. Indivíduos inescrupulosos, desprovidos de qualquer senso de ética, têm disseminado informações distorcidas e inverídicas sobre meu passado, buscando me expor à vulnerabilidade e ao escárnio público. No auge do meu desespero, temi pela minha própria sanidade. A difamação e as calúnias, orquestradas com o claro intuito de me desestabilizar emocionalmente, causaram-me um sofrimento indescritível. Contudo, minha fé e resiliência me permitiram resistir a essa torrente de maldade. Não obstante, as ações desses indivíduos ultrapassaram os limites da difamação. Tentaram, de forma covarde e cruel, atentar contra minha vida e a de minha filha, buscando destruir o laço inquebrantável que nos une. Semearam discórdia e intrigas, na vã tentativa de nos separar e nos privar da felicidade. Com a graça divina e o apoio incondicional de Deus e meus anjos protetores tenho lutado incessantemente para reconstruir minha vida e proteger minha família. Não permitirei que a maldade alheia destrua o que me é mais precioso: minha filha, a razão do meu viver. Imploro que me ouçam. Este é um grito de socorro de uma mãe desesperada, que se vê compelida a lutar contra forças obscuras que ameaçam a sua família. Clamo por justiça e por um fim à perseguição implacável que tenho sofrido. Atenciosamente, Uma mãe desesperada.
Por Aline CairaSalmos, SL, 144:3, Senhor, que é o homem para que dele tomes conhecimento? E o filho do homem, para que o estimes?
Por Salmos, Antigo TestamentoJoão, JO, 7:13, Entretanto, ninguém falava dele abertamente, por ter medo dos judeus.
Por João, Novo TestamentoJá não vejo diferença entre os dedos e os anéis Já não vejo diferença entre a crença e os fiéis Tudo é igual quando se pensa em como tudo poderia ser Há tão pouca diferença e há tanta coisa a fazer Esquerda e direita, direitos e deveres, os 3 patetas, os 3 poderes Ascenção e queda, são os dois lados da mesma moeda Tudo é igual quando se pensa em Como tudo poderia ser Há tão pouca diferença há tanta coisa a escolher é tanta coisa a fazer Nossos sonhos são os mesmos há muito tempo Mas não há mais muito tempo pra sonhar Nossos sonhos são os mesmos há muito tempo Mas não há mais muito tempo pra sonhar Pensei que houvesse um muro entre o lado claro e o lado escuro Pensei que houvesse diferença entre gritos e sussurros Mas foi engano, foi tudo em vão Já não há mais diferença entre a raiva e a razão Esquerda e direita, direitos e deveres, os 3 patetas, os 3 poderes Ascenção e queda, são os dois lados da mesma moeda Tudo é igual quando se pensa em como tudo poderia ser Há tão pouca diferença,tanta coisa a fazer Tanta coisa a fazer E os nossos sonhos são os mesmos,a tanto tempo mas não há mas tanto tempo pra sonhar.. Nossos sonhos são os mesmos,a tanto tempo mas não há mas tanto tempo pra sonhar.. Tempo pra sonhar Nossos sonhos são os mesmos,amuito tempo mas não há mas tanto tempo pra sonhar.. Nossos sonhos são os mesmos,a muito tempo mas não há mas tanto tempo pra sonhar.. Tempo pra sonhar Tempo pra sonhar Tempo pra sonhar Tempo pra sonhar Vamos possuir retrato no real e o abstrato Entre a loucura e a lucidez Entre o fim do mundo e o fim do mês Entre a verdade e o Rock inglês
Por Humberto GessingerII Crônicas, 2CR, 17:16, e, depois, Amasias, filho de Zicri, que voluntariamente se ofereceu ao serviço do Senhor, e, às suas ordens, duzentos mil homens valentes.
Por II Crônicas, Antigo TestamentoDaniel, DN, 12:13, - Quanto a você, siga o seu caminho até o fim. Você descansará e, ao fim dos dias, se levantará para receber a sua herança.
Por Daniel, Antigo Testamento