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Triste alegria Tenho andado distraído Impaciente e indeciso E ainda estou confuso Só que agora é diferente Estou tão tranqüilo E tão contente... Quantas chances desperdicei Quando o que eu mais queria Era provar prá todo o mundo Que eu não precisava Provar nada prá ninguém... Me fiz em mil pedaços Prá você juntar E queria sempre achar Explicação pr'o que eu sentia Como um anjo caído Fiz questão de esquecer Que mentir prá si mesmo É sempre a pior mentira... Mas não sou mais Tão criança, oh! oh! A ponto de saber tudo... Já não me preocupo Se eu não sei por quê Às vezes o que eu vejo Quase ninguém vê... E eu sei que você sabe Quase sem querer Que eu vejo O mesmo que você... Tão correto e tão bonito O infinito é realmente Um dos deuses mais lindos Sei que às vezes uso Palavras repetidas Mas quais são as palavras Que nunca são ditas?... Me disseram que você Estava chorando E foi então que eu percebi Como lhe quero tanto... Já não me preocupo Se eu não sei por quê Às vezes o que eu vejo Quase ninguém vê.. E eu sei que você sabe Quase sem querer Que eu quero O mesmo que você...

Por Legião Urbana

Só os mortos e os loucos nunca mudam de opinião.

Por James Russell Lowell

Aprovar tudo costuma ser ignorância; reprovar tudo, malícia.

Por Baltasar Gracián y Morales

⁠Eu perdi uma pessoa muito próxima. Mas saiba que isso me ajudou muito a descobrir quem eu sou.

Por Caverna Azul (filme)

Prosa Patética Nunca fui de ter inveja, mas de uns tempos pra cá tenho tido. As mãos dadas dos amantes tem me tirado o sono. Ontem, desejei com toda força ser a moça do supermercado. Aquela que fala do namorado com tanta ternura. Mesmo das brigas ando tendo inveja. Meu vizinho gritando com a mulher, na casa cheia de crianças, Sempre querendo, querendo. Me disseram que solidão é sina e é pra sempre. Confesso que gosto do espaço que é ser sozinho. Essa extensão, largura, páramo, planura, planície, região. No entanto, a soma das horas acorda sempre a lembrança Do hálito quente do outro. A voz, o viço. Hoje andei como louca, quis gritar com a solidão, Expulsar de mim essa Nossa Senhora ciumenta. Madona sedenta de versos. Mas tive medo. Medo de que ao sair levasse a imensidão onde me deito. Ausência de espelhos que dissolve a falta, a fraqueza, a preguiça. E me faz vento, pedra, desembocadura, abotoadura e silêncio. Tive medo de perder o estado de verso e vácuo, Onde tudo é grave e único. E me mantive quieta e muda. E mais do que nunca tive inveja. Invejei quem tem vida reta, quem não é poeta Nem pensa essas coisas. Quem simplesmente ama e é amado. E lê jornal domingo. Come pudim de leite e doce de abóbora. A mulher que engravida porque gosta de criança. Pra mim tudo encerra a gravidade prolixa das palavras: madrugada, mãe, Ônibus, olhos, desabrocham em camadas de sentido, E ressoam como gongos ou sinos de igreja em meus ouvidos. Escorro entre palavras, como quem navega um barco sem remo. Um fluxo de líquidos. Um côncavo silêncio. Clarice diz que sua função é cuidar do mundo. E eu, que não sou Clarice nem nada, fui mal forjada, Não tenho bons modos nem berço. Que escrevo num tempo onde tudo já foi falado, cantado, escrito. O que o silêncio pode me dizer que já não tenha sido dito? Eu, cuja única função é lavar palavra suja, Neste fim de século sem certezas? Eu quero que a solidão me esqueça.

Por Viviane Mosé

Uma pessoa que não consegue perdoar esqueceu-se da grande dívida da qual foi perdoada. Quando você perceber que Jesus o libertou da morte eterna, você liberará os outros incondicionalmente.

Por John Bevere

Ninguém pode construir em teu lugar as pontes que precisarás passar, para atravessar o rio da vida – ninguém, exceto tu, só tu. Existem, por certo, atalhos sem números, e pontes, e semideuses que se oferecerão para levar-te além do rio; mas isso te custaria a tua própria pessoa; tu te hipotecarias e te perderias. Existe no mundo um único caminho por onde só tu podes passar. Onde leva? Não perguntes, segue-o!

Por Friedrich Nietzsche

É bom ter esperança, mas é ruim depender dela.

Por Textos Judaicos

Melhor que o chimarrão só mesmo o beijo do meu amor

Por Carlos Eduardo Back

O bobo se acha sábio, mas o sábio se acha bobo.

Por William Shakespeare