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Eclesiastes, EC, 9:1, Tenho refletido sobre todas estas coisas para chegar à seguinte conclusão: os justos e os sábios, com os seus feitos, estão nas mãos de Deus; e, se é amor ou se é ódio que está à sua espera, isso ninguém sabe. Ninguém sabe o que vai acontecer.

Por Eclesiastes, Antigo Testamento

A nossa sociedade vê a mulher na menopausa como apenas um instrumento em finitude.

Por Fernanda Montenegro

Zacarias, ZC, 2:9, Porque eis que agitarei a mão contra eles, e eles virão a ser a presa daqueles que os serviram. Assim vocês saberão que o Senhor dos Exércitos é quem me enviou.

Por Zacarias, Antigo Testamento

Ezequiel, EZ, 32:3, Assim diz o Senhor Deus: ´Estenderei sobre você a minha rede no meio de muitos povos, que o puxarão para fora na minha rede.

Por Ezequiel, Antigo Testamento

O seu coração está onde está o seu tesouro. E o seu tesouro precisa ser encontrado, para que tudo possa fazer sentido.

Por Paulo Coelho

Um outro sinal distintivo dos teólogos é a sua incapacidade filológica. Entendo aqui por filologia (...) a arte de bem ler – de saber distinguir os factos, sem estar a falseá-los por interpretações, sem perder, no desejo de compreender, a precaução, a paciência e a finesse. (O Anticristo)

Por Friedrich Nietzsche

Cada momento de nossa realidade é diretamente influenciado pela nossa maneira de achar como uma “realidade” deve ser.

Por Paulo Coelho

Salmos, SL, 36:8, Fartam-se da abundância da tua casa, e na torrente das tuas delícias lhes dás de beber.

Por Salmos, Antigo Testamento

É ela! É ela! É ela! É ela! É ela! é ela! — murmurei tremendo, e o eco ao longe murmurou — é ela! Eu a vi... minha fada aérea e pura — a minha lavadeira na janela. Dessas águas furtadas onde eu moro eu a vejo estendendo no telhado os vestidos de chita, as saias brancas; eu a vejo e suspiro enamorado! Esta noite eu ousei mais atrevido, nas telhas que estalavam nos meus passos, ir espiar seu venturoso sono, vê-la mais bela de Morfeu nos braços! Como dormia! que profundo sono!... Tinha na mão o ferro do engomado... Como roncava maviosa e pura!... Quase caí na rua desmaiado! Afastei a janela, entrei medroso... Palpitava-lhe o seio adormecido... Fui beijá-la... roubei do seio dela um bilhete que estava ali metido... Oh! decerto... (pensei) é doce página onde a alma derramou gentis amores; são versos dela... que amanhã decerto ela me enviará cheios de flores... Tremi de febre! Venturosa folha! Quem pousasse contigo neste seio! Como Otelo beijando a sua esposa, eu beijei-a a tremer de devaneio... É ela! é ela! — repeti tremendo; mas cantou nesse instante uma coruja... Abri cioso a página secreta... Oh! meu Deus! era um rol de roupa suja! Mas se Werther morreu por ver Carlota Dando pão com manteiga às criancinhas, Se achou-a assim tão bela... eu mais te adoro Sonhando-te a lavar as camisinhas! É ela! é ela, meu amor, minh'alma, A Laura, a Beatriz que o céu revela... É ela! é ela! — murmurei tremendo, E o eco ao longe suspirou — é ela!

Por Álvares de Azevedo

No parapeito da velha janela a gata espreita

Por Eugénia Tabosa