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Penso em heróis como pessoas comuns que decidem se importar com o que fazem, não com o que podem receber.
Por Gregg HurwitzSoneto de Fidelidade De tudo ao meu amor serei atento Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto Que mesmo em face do maior encanto Dele se encante mais meu pensamento. Quero vivê-lo em cada vão momento E em seu louvor hei de espalhar meu canto E rir meu riso e derramar meu pranto Ao seu pesar ou seu contentamento E assim, quando mais tarde me procure Quem sabe a morte, angústia de quem vive Quem sabe a solidão, fim de quem ama Eu possa me dizer do amor (que tive): Que não seja imortal, posto que é chama Mas que seja infinito enquanto dure.
Por Vinicius de MoraesRomanos, RM, 15:28, Tendo, pois, concluído isto e havendo-lhes consignado este fruto, irei à Espanha, passando por aí.
Por Romanos, Novo TestamentoSer amigo de alguém é uma questão de percepção. Não é a partir de ideias em comum, mas de uma linguagem em comum. Há pessoas sobre as quais posso afirmar que não entendo nada do que dizem. E outras que falam de um assunto totalmente abstrato, que eu posso não concordar, mas compreendo. Tenho uma hipótese: cada um de nós está apto a entender um determinado tipo de charme. Ninguém consegue compreender todos ao mesmo tempo. Há uma percepção dele: um gesto, pensamento - mesmo antes que este seja significante, um pudor de alguém são fontes de charme que têm tanto a ver com a vida, que vão até as raízes vitais e imediatamente você acha que aquela pessoa é sua - não no sentido de propriedade, mas é sua e você espera ser dela. Neste momento nasce a amizade.
Por Gilles DeleuzeMarcos, MC, 12:40, <J>devoram as casas das viúvas</J> <J>e, para o justificar, fazem longas orações. Estes sofrerão juízo muito mais severo.</J>
Por Marcos, Novo TestamentoTá tão difícil de esconder o que eu estou sentindo Se eu te mostro que é amor pensa que eu tô fingindo E cada vez eu me apaixono mais, eu me apego mais
Por Henrique e JulianoA memória é o barco que navega contra a corrente. E eu sou o remador.
Por Caminhos da Memória (filme)Respire em mim... fundo, Para que eu respire... e viva. E me abrace apertado para eu dormir Suavemente segura por tudo que você dá. Venha me beijar, vento, e tire meu fôlego Até que você e eu sejamos um só, E dançaremos entre os túmulos Até que toda a morte se vá. E ninguém sabe que existimos Nos braços um do outro, A não ser Aquele que soprou o hálito Que me esconde livre do mal. Venha me beijar, vento, e tire meu fôlego Até que você e eu sejamos um só, E dançaremos entre os túmulos Até que toda a morte se vá.
Por A Cabana