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Eu sei que o meu desespero não interessa a ninguém. Cada um tem o seu, pessoal e intransmissível: com ele se entretém e se julga intangível. Eu sei que a Humanidade é mais gente do que eu, sei que o Mundo é maior do que o bairro onde habito, que o respirar de um só, mesmo que seja o meu, não pesa num total que tende para infinito. Eu sei que as dimensões impiedosos da Vida ignoram todo o homem, dissolvem-no, e, contudo, nesta insignificância, gratuita e desvalida, Universo sou eu, com nebulosas e tudo.

Por António Gedeão

Atos, AT, 5:1, Entretanto, certo homem chamado Ananias, com sua mulher Safira, vendeu uma propriedade,

Por Atos, Novo Testamento

I Crônicas, 1CR, 11:19, E disse: - Longe de mim, ó meu Deus, fazer tal coisa! Beberia eu o sangue dos homens que lá foram colocando em risco a sua vida? Pois, arriscando a sua vida, a trouxeram. E assim não a quis beber. São estas as coisas que fizeram os três valentes.

Por I Crônicas, Antigo Testamento

⁠Todos somos estranhos para alguém em algum momento, mas também esquecemos que raramente escolhemos quem acabará se tornando um estranho.

Por Brianna Wiest

Não há nada mais estúpido do que um sorriso estúpido.

Por Caio Catulo

Cântico dos Cânticos, CT, 8:8, Temos uma irmãzinha que ainda não tem seios. Que faremos por esta nossa irmã, no dia em que for pedida em casamento?

Por Cântico dos Cânticos, Antigo Testamento

Constatou: pedir perdão exige mais coragem do que disparar uma arma, do que acionar uma bomba. Essas coisas qualquer um faz. Basta ser jovem, ingênuo e ter sangue quente.

Por Fernando Aramburu

O temperamento é uma estrutura mineral da psicologia humana — uma estrutura fixa; que não muda; como um território que precisa ser conhecido ou um papel sobre o qual escrevemos nossa história. São como um filtro da nossa psique; um filtro que nos confere um certo modo de experimentar o impacto do mundo.

Por Italo Marsili

⁠Never More I Não te perdoo, não, meus tristes olhos Não mais hei de fitar nos teus, sorrindo: Jamais minh’alma sobre um mar de escolhos Há de chamar por ti no anseio infindo. Jamais, jamais, nos delicados folhos Do coração como n’um ramo lindo, Há de cantar teu nome entre os abrolhos A ária gentil de meu sonhar já findo. Não te perdoo, não! E em tardes claras, Cheias de sonhos e delícias raras, Quando eu passar à hora do Sol posto: Não rias para mim que sofro e penso, Deixa-me só neste deserto imenso... Ah! se eu pudesse nunca ver teu rosto! II Ah! se eu pudesse nunca ver teu rosto! E nem sequer o som de tua fala Ouvir de manso à hora do Sol posto Quando a Tristeza já do Céu resvala! Talvez assim o fúnebre desgosto Que eternamente a alma me avassala Se transformasse n’um luar de Agosto, Sonho perene que a Ventura embala. Talvez o riso me voltasse à boca E se extinguisse essa amargura louca De tanta dor que a minha vida junca… E, então, os dias de prazer voltassem E nunca mais os olhos meus chorassem... Ah! se eu pudesse nunca ver-te, nunca!

Por Auta de Souza

A morte é uma doença crônica.Livro: Fim

Por Fernanda Torres