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Somente quem inventou a mentira a conhece em infinitas dimensões em que pensamos em sermos os donos da verdade.

Por Jardel

Só pela compaixão se pode ser bom.

Por Joseph Joubert

Então agora eu faço essas coisas. Eu solto magias, falo com pulseirinhas, mato monstros bizarros. Aposto que agora vou voar.

Por Forspoken

Jovens bonitos que falam são sempre úteis. É o que minha mãe diz.

Por A Idade Dourada (série)

Números, NM, 10:26, Sobre o exército da tribo dos filhos de Aser estava Pagiel, filho de Ocrã.

Por Números, Antigo Testamento

⁠A inocência é tanto um privilégio quanto uma deficiência cognitiva, uma ignorância protegida que, uma vez prolongada até a idade adulta, ganha força e se torna um direito.

Por Cathy Park Hong

Lamentações de Jeremias, LM, 3:54, Águas correram sobre a minha cabeça; então eu disse: ´Estou perdido!` Cofe -

Por Lamentações de Jeremias, Antigo Testamento

I Crônicas, 1CR, 4:23, Estes eram oleiros e habitantes de Netaim e de Gedera; moravam ali com o rei para o servirem.

Por I Crônicas, Antigo Testamento

Viver bem é a melhor vingança.

Por George Herbert

O que chamam de “amor livre” pode ser um machismo disfarçado: Dizem por aí que amor livre é quebrar os moralismos, ser dona de si, não se prender a nada e a ninguém. Mas eu acho que nisso tudo há alguns poréns. Se por um lado tantas crenças do passado faziam a mulher ter o corpo fechado, nessa nossa liberdade anunciada de agora, em que a gente se abre totalmente, não se cuidar, se proteger, se conhecer e se amar, torna esse outro extremo da realidade tão ruim quanto antes. Pode ser que viver o amor livre seja uma forma mais moderna de exercitar o machismo e tornar o corpo da mulher ainda mais território público, já pensou nisso? Por mais que a gente saiba o que quer, do que gosta. Por mais que a gente veja e tenha consciência. Para se cuidar, se respeitar e realmente ser livre, é preciso uma observação profunda, é preciso encarar medos e quebrar mitos. É preciso primeiro viver por dentro a mudança e depois estar (diferente) no mundo. Não adianta sair de nariz empinado, mostrar segurança nos passos, soltar o corpo e a mente, se no dia seguinte a gente chora sozinha, a gente espera a mensagem que não chega, a gente quer um carinho, a gente se torna possessiva, competitiva, insegura… E eu não estou defendendo a síndrome de princesa e muito menos querendo voltar no tempo! Eu acho que a gente tem que ser o que bem queira: rainha, gatinha, tigresa… Mas desde que a gente se conheça. Porque me parece que ainda hoje, entre tantas mulheres que se dizem evoluídas, soltas e livres, a briga é competitiva e é pela conquista do troféu fálico. E, na minha opinião, deveria ser bem o contrário. Se fosse liberdade mesmo isso que a gente vive, as pessoas estariam sorrindo, se amando, se curtindo, se respeitando mais do que se machucando. As mulheres podem ter conquistado muita coisa, mas a gente ainda busca ser amada, respeitada e livre. Ainda é tão forte essa luta. Tanto faz se poderosa ou fracassada, sozinha ou acompanhada. Ao invés da gente alimentar nossas carências, nos abrindo para qualquer mané ou cara e não receber nem um terço do que a gente precisava, é melhor encarar a empreitada de curtir a nós mesmas acima de tudo e valorizar o nosso profundo. Que a gente perceba que liberdade mesmo é despir-se de corpo e alma, e que se for só pela metade não vale a pena, não vale a noitada, não toca a nossa verdade e o voo se torna raso, é uma prisão disfarçada… Então, que só entre na gente (na alma, no corpo, no espírito) o que fizer sentido, o amor que nutre, a liberdade que alivia.

Por Clara Baccarin