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I Crônicas, 1CR, 7:32, Héber gerou Jaflete, Somer, Hotão e Suá, irmã deles.
Por I Crônicas, Antigo TestamentoE os críticos que tratam as evidências do manuscrito como homens racionais tratam todas as evidências e as testam pela razão e pelo conhecimento que adquiriram, estes são acusados de imprudência e capricho por cavalheiros que usam manuscritos como bêbados usam postes de luz: não para iluminá-los em seu caminho, mas para dissimular sua instabilidade.
Por A. E. HousmanNeste mundo, há um círculo mágico invisível. Há o exterior e o interior. Essas pessoas estão dentro. E eu estou fora.
Por As Memórias de MarnieMateus, MT, 9:17, <J>Nem se põe vinho novo em odres</J> <J>velhos, porque, se alguém fizer isso, os odres se rompem, o vinho se derrama, e os odres se perdem. Mas põe-se vinho novo em odres novos, e ambos se conservam.</J>
Por Mateus, Novo TestamentoPrefiro mil vezes viver, arriscar e ver tudo acabar mal a permanecer na bolha em que estive nos últimos dois anos.
Por E. LockhartI Reis, 1RS, 1:1, Quando o rei Davi já estava bem velho, envolviam-no com roupas, mas ele não se aquecia.
Por I Reis, Antigo TestamentoSe algo acontecer e não conseguirmos sair daqui, e o mundo acabar assim, pelo menos pra nós, pra mim valeu a pena, porque eu te conheci.
Por Entre Montanhas (filme)Ezequiel, EZ, 28:5, que pela sua grande habilidade para fazer negócios você aumentou as suas riquezas e, por causa delas, se eleva o seu coração.`
Por Ezequiel, Antigo Testamento"Nesta ausência que me excita,tenho-te, à minha vontade, numa vontade infinita... Distância, sejas bendita!Bendita sejas, saudade!" SAUDADE De quem é esta saudade que meus silêncios invade, que de tão longe me vem? De quem é esta saudade, de quem? Aquelas mãos só carícias, Aqueles olhos de apelo, aqueles lábios-desejo... E estes dedos engelhados, e este olhar de vã procura, e esta boca sem um beijo... De quem é esta saudade que sinto quando me vejo? (in Velha poesia, 1965) •ღ•‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗•ღ• FECUNDAÇÃO Teus olhos me olham longamente, imperiosamente... de dentro deles teu amor me espia. Teus olhos me olham numa tortura de alma que quer ser corpo, de criação que anseia ser criatura Tua mão contém a minha de momento a momento: é uma ave aflita meu pensamento na tua mão. Nada me dizes, porém entra-me a carne a pesuasão de que teus dedos criam raízes na minha mão. Teu olhar abre os braços, de longe, à forma inquieta de meu ser; abre os braços e enlaça-me toda a alma. Tem teu mórbido olhar penetrações supremas e sinto, por senti-lo, tal prazer, há nos meus poros tal palpitação, que me vem a ilusão de que se vai abrir todo meu corpo em poemas. (in Sublimação, 1928) •ღ•‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗•ღ• ESBOÇO Teus lábios inquietos pelo meu corpo acendiam astros... E no corpo da mata os pirilampos de quando em quando, insinuavam fosforecentes carícias... E o corpo do silêncio estremecia, chocalhava, com os guizos do cri-cri osculante dos grilos que imitavam a música de tua boca... E no corpo da noite as estrelas cantavam com a voz trêmula e rútila de teus beijos... (in Sublimação, 1928) •ღ•‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗•ღ• REFLEXÃO Há certas almas como as borboletas, cuja fragilidade de asas não resiste ao mais leve contato, que deixam ficar pedaços pelos dedos que as tocam. Em seu vôo de ideal, deslumbram olhos, atraem as vistas: perseguem-nas, alcançam-nas, detem-nas, mas, quase sempre, por saciedade ou piedade, libertam-nas outra vez. Ela, porém, não voam como dantes, ficam vazias de si mesmas, cheias de desalento... Almas e borboletas, não fosse a tentação das cousas rasas; - o amor de néctar, - o néctar do amor, e pairaríamos nos cimos seduzindo do alto, admirando de longe!... (in Sublimação, 1928) •ღ•‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗•ღ• O RETRATO FIEL Não creias nos meus retratos, nenhum deles me revela, ai, não me julgues assim! Minha cara verdadeira fugiu às penas do corpo, ficou isenta da vida. Toda minha faceirice e minha vaidade toda estão na sonora face; naquela que não foi vista e que paira, levitando, em meio a um mundo de cegos. Os meus retratos são vários e neles não terás nunca o meu rosto de poesia. Não olhes os meus retratos, nem me suponhas em mim.
Por Gilka MachadoO silêncio é um adestramento da alma para a sabedoria, tal como a sabedoria é um adestramento da alma para a morte!
Por Ibrahim Al-Koni