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Mas, no meu coração, eu sei que vou abandoná-lo. É meio que triste como os instintos enganam você ou isso lhe agrada?

Por Lana Del Rey

Levítico, LV, 25:49, seu tio ou primo poderá resgatá-lo; um outro parente da sua família também poderá resgatá-lo; ou, se tiver condições, poderá resgatar a si mesmo.

Por Levítico, Antigo Testamento

A vida inteira fui ensinada a ficar longe do caminho dos poderosos. Não chame atenção para si mesma. Não se mostre. Proteja seu sangue, pois ele a trairá. Se você sangrar, limpe-se e queime o pano. Queime as bandagens. Se alguém obtiver um pouco do seu sangue, mate-o e destrua a amostra. No início, era uma questão de sobrevivência. Mais tarde tornou-se uma questão de vingança.

Por Ilona Andrews

Não existe o bom ou o mau; é o pensamento que os faz assim.

Por William Shakespeare

Eu olho para dentro de mim, e não me importo com o que as pessoas fazem ou dizem. Eu me preocupo só com as coisas certas.

Por Bob Marley

Mateus, MT, 16:16, Respondendo, Simão Pedro disse: - O senhor é o Cristo, o Filho do Deus vivo.

Por Mateus, Novo Testamento

A boa notícia é que você sobreviveu. A má notícia é que você está ferido e ninguém o pode curar além de você mesmo.

Por Clementine von Radics

Gálatas, GL, 1:7, o qual, na verdade, não é outro. Porém, há alguns que estão perturbando vocês e querem perverter o evangelho de Cristo.

Por Gálatas, Novo Testamento

Romanos, RM, 7:22, Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus.

Por Romanos, Novo Testamento

Amar Que pode uma criatura senão, entre criaturas, amar? amar e esquecer, amar e malamar, amar, desamar, amar? sempre, e até de olhos vidrados, amar? Que pode, pergunto, o ser amoroso, sozinho, em rotação universal, senão rodar também, e amar? amar o que o mar traz à praia, e o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha, é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia? Amar solenemente as palmas do deserto, o que é entrega ou adoração expectante, e amar o inóspito, o áspero, um vaso sem flor, um chão de ferro, e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina. Este o nosso destino: amor sem conta, distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas, doação ilimitada a uma completa ingratidão, e na concha vazia do amor a procura medrosa, paciente, de mais e mais amor. Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.

Por Carlos Drummond de Andrade