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Números, NM, 26:17, de Arodi, a família dos aroditas; de Areli, a família dos arelitas.
Por Números, Antigo TestamentoE tal, balbuciando, ama e obedece / à sua mãe, mas, quando adulto, / deseja vê-la enterrada.
Por Dante AlighieriLucas, LC, 21:22, <J>Porque esses dias são de vingança,</J> <J>para se cumprir tudo o que está escrito.</J>
Por Lucas, Novo TestamentoII Crônicas, 2CR, 21:13, mas andou nos caminhos dos reis de Israel e seduziu o povo de Judá e os moradores de Jerusalém à idolatria, segundo a idolatria da casa de Acabe. Além disso, você matou os seus próprios irmãos, da casa de seu pai, que eram melhores do que você.
Por II Crônicas, Antigo TestamentoExistem duas possibilidades: ou estamos sozinhos no Universo, ou não. Ambas são igualmente aterrorizantes.
Por Arthur C. ClarkeNeemias, NE, 1:4, Quando ouvi estas palavras, eu me sentei, chorei e lamentei por alguns dias. Fiquei jejuando e orando diante do Deus dos céus.
Por Neemias, Antigo TestamentoAMOR IMPOSSÍVEL. Hoje e todos os dias a tristeza me sufoca, a solidão me atinge... Penso em ficar contigo, mas o que fazer! Deste amor impossível, ficas longe e eu na saudade me pergunto por que só agora nos encontramos? Por que só agora descobrimos este grande amor? Esta paixão onde nenhum dos dois pode se entregar inteiramente. Será tarde de mais? Por que estais a dividir este amor em outros braços. Oh! Que sofrer. Que saudades de você. Às vezes arrependo-me por te amar demais! E sinto que também me amas... mas entregas este amor também em outros braços, enquanto fico aqui a esperar as sobras deste amor que me enlouquece, satisfazendo-me com simples palavras enquanto meu desejo era está contigo e entregar-me a este amor proibido. Passo horas acordada lembrando dos pequenos momentos que ficamos juntos e da imensa saudade que sinto por não está ao teu lado. Sinto-me escrava deste impossível amor, que mata-me de tanta DOR.
Por Ducarmo de AssisO amor comeu meu nome, minha identidade, meu retrato O amor comeu meus cartões de visita O amor comeu minhas roupas, meus lenços, minhas camisas O amor comeu meus remédios, minhas receitas médicas, minha dieta O amor comeu todos os meu livros de poesia O amor comeu meu Estado, minha cidade O amor comeu minha paz, minha guerra, meu dia e minha noite Meu inverno, meu verão Comeu meu silencio, minha dor de cabeça O meu medo da morte
Por João Cabral de Melo Neto