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-- CONFUSO -- (Bruno Carneiro ) Mais uma noite e eu aqui, só! Nao por nao ter ninguem, nao por ter alguem... SÓ! Só eu me encontro todos os dias, dias que nao mudam, que nao acabam. Perdao eu peço para aqueles que eu machuquei... Perdao peço para aqueles que nao fui alguém. Perdao eu peço! Pelo os olhos de quem ve é simplesmente mais um.... mas pelo os meus olhos sou simplesmente um. Um fazio, sozinho. Sozinho por ter alguém, sozinho por nao ter ninguém. Vc pode até pensar: Por que ele diz isso ? - Digo porque sofro, digo porque nao me aguento, digo porque faço sofrer e sofro com isso. Mais um pensamento louco eu me encontro... A noite é cruel para nós: amantes, sensíveis, romaticos. Nos tornamos invisíveis... Visíveis aos olhos de quem ve, invisível para nossos olhos. Olhe para o lado e pergunte-se: QUAL FOI MEU ULTIMO ATO BOM? Mundo hoje gira em torno do interesse... Os relacionamentos sao por interesse, comodismo e carencia, carencia de suprir o que sente. Hoje muitos sao SÓ.... Só por nao ter ninguém, mas SÓ POR ter alguem.
Por Bruno Carneiro Queiroz"Se você está construindo uma casa e um prego quebra, você deixa de construir, ou você muda o prego?"
Por Mestre Arievlisdesisto de te amar por uns instantes olho a madrugada que colore de cinza as estradas da minha cabeça temos poucos anos e uma bagagem densa
Por Annita Costa MalufeII Crônicas, 2CR, 36:22, No primeiro ano do reinado de Ciro, rei da Pérsia, para que se cumprisse a palavra do Senhor, por boca de Jeremias, o Senhor despertou o espírito de Ciro, rei da Pérsia, que ordenou que se proclamasse em todo o seu reino e que se pusesse por escrito o seguinte:
Por II Crônicas, Antigo TestamentoI Crônicas, 1CR, 22:15, Além disso, você tem um grande número de trabalhadores: cortadores de pedras, pedreiros, carpinteiros e peritos em todo tipo de trabalho
Por I Crônicas, Antigo TestamentoEstou cansada de enigmas, espíritos, demônios e não estar perto de saber quem sou. Só quero algo que seja real.
Por Garotos Detetives Mortos (série)Meu livro favorito era, de longe, “Uma aflição imperial”, mas eu não gostava de falar dele. Às vezes, um livro enche você de um estranho fervor religioso, e você se convence de que esse mundo despedaçado só vai se tornar inteiro de novo a menos que, e até que, todos os seres humanos o leiam. E aí tem livros como “Uma aflição imperial”, do qual você não consegue falar – livros tão especiais e raros e seus que fazer propaganda da sua adoração por eles parece traição.
Por John Green