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Por que estou chorando? Estou tão cansada de chorar.

Por Elena Gilbert

Jó, JÓ, 18:19, Não terá filho nem posteridade entre o seu povo, nem sobrevivente algum ficará nas suas moradas.

Por Jó, Antigo Testamento

As pessoas traumatizadas cronicamente se sentem inseguras dentro de seus corpos: o passado está vivo na forma de um desconforto interior atormentador.

Por Bessel van der Kolk

Daniel, DN, 2:33, as pernas eram de ferro, e os pés eram em parte de ferro e em parte de barro.

Por Daniel, Antigo Testamento

Jeremias, JR, 28:14, Porque assim diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: Porei um jugo de ferro sobre o pescoço de todas estas nações, para servirem Nabucodonosor, rei da Babilônia; e elas o servirão. Até os animais selvagens eu entreguei a ele.`

Por Jeremias, Antigo Testamento

Todos buscamos algo. A loucura é a maneira mais rápida de conseguir.

Por As Linhas Tortas de Deus (filme)

⁠O chá é só a chave. Depende de você abrir a porta e percorrer o caminho que precisa.

Por Cidade invisível (série)

No momento em que os partidos nacionalistas tentam organizar a classe operária embrionária das cidades, observam-se no campo explosões absolutamente inexplicáveis. É o caso, por exemplo, da famosa insurreição de 1947 em Madagascar. Os serviços colonialistas são formais: é uma revolta camponesa. Na verdade, hoje sabemos que as coisas, como sempre, foram muito mais complicadas. Ao longo da Segunda Guerra Mundial, as grandes companhias coloniais estenderam o seu poder e se apoderaram da totalidade das terras ainda livres. Na mesma época, falou-se na implantação eventual, na ilha, de refugiados judeus, cabilas, antilhanos. Correu igualmente o boato sobre a iminente invasão da ilha por parte dos brancos da África do Sul, com a cumplicidade dos colonos. Assim, após a guerra, os candidatos da lista nacionalista triunfaram nas eleições. Imediatamente depois, organizou-se a repressão contra as células do partido mdrm (Movimento Democrático da Renovação Malgaxe). Para atingir seus fins, o colonialismo serviu-se dos meios mais clássicos: prisões em massa, propaganda racista intertribal e criação de um partido com os elementos desorganizados do lumpemproletariado. Esse partido, dito dos Deserdados de Madagascar (Padesm), daria à autoridade colonial, por suas provocações decisivas, a garantia para a manutenção da ordem. Porém, essa operação banal para aniquilar um partido, preparada de antemão, toma aqui proporções gigantescas. As massas rurais, na defensiva há três ou quatro anos, sentem-se repentinamente em perigo de morte e decidem se opor ferozmente às forças colonialistas. Armado de azagaias e amiúde de pedras e bastões, o povo se lança na insurreição generalizada, em prol da libertação nacional. Sabemos o que vem em seguida. Essas insurreições armadas representam apenas um dos meios utilizados pelas massas rurais para interferir na luta nacional. Algumas vezes os camponeses assumem o lugar da agitação urbana, quando o partido nacional nas cidades se torna alvo da repressão policial. As notícias chegam ao campo ampliadas, desmedidamente ampliadas: líderes detidos, ataques em série com metralhadoras; o sangue negro inunda as cidades, os pequenos colonos banham-se no sangue árabe. Então o ódio acumulado, o ódio exacerbado, acaba por explodir.

Por Frantz Fanon

A uma senhora que me pediu versos Pensa em ti mesma, acharás Melhor poesia, Viveza, graça, alegria, Doçura e paz. Se já dei flores um dia, Quando rapaz, As que ora dou têm assaz Melancolia. Uma só das horas tuas Vale um mês Das almas já ressequidas. Os sóis e as luas Creio bem que Deus os fez Para outras vidas.

Por Machado de Assis

Apesar de você Amanhã há de ser Outro dia

Por Chico Buarque