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Salmos, SL, 44:15, A minha humilhação está sempre diante de mim; o meu rosto se cobre de vergonha,

Por Salmos, Antigo Testamento

De tudo, ficaram três coisas: a certeza de que ele estava sempre começando, a certeza de que era preciso continuar e a certeza de que seria interrompido antes de terminar. Fazer da interrupção um caminho novo. Fazer da queda um passo de dança, do medo uma escada, do sono uma ponte, da procura um encontro.

Por Fernando Sabino

Tudo tem começo e meio. O fim só existe para quem não percebe o recomeço.

Por Luiz Gasparetto

Salmos, SL, 94:1, Ó Senhor, Deus das vinganças, ó Deus das vinganças, resplandece.

Por Salmos, Antigo Testamento

A mudança é como a morte. Não se sabe como é até que ela chegue.

Por Jurassic World: Reino Ameaçado

⁠Muito do que pensamos como força tem a ver com a forma como lidamos com a fraqueza.

Por Barbara Ehrenreich

Os sonhos são verdadeiros enquanto duram, e não vivemos nos sonhos?

Por Alfred Tennyson

II Crônicas, 2CR, 9:16, Fez também trezentos escudos menores de ouro batido, empregando três quilos e seiscentos gramas de ouro em cada escudo. E o rei os pôs na Casa do Bosque do Líbano.

Por II Crônicas, Antigo Testamento

MEUS OITO ANOS Oh! que saudades que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida Que os anos não trazem mais! Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras À sombra das bananeiras, Debaixo dos laranjais! Como são belos os dias Do despontar da existência! — Respira a alma inocência Como perfumes a flor; O mar é — lago sereno, O céu — um manto azulado, O mundo — um sonho dourado, A vida — um hino d'amor! Que aurora, que sol, que vida, Que noites de melodia Naquela doce alegria, Naquele ingênuo folgar! O céu bordado d'estrelas, A terra de aromas cheia As ondas beijando a areia E a lua beijando o mar! Oh! dias da minha infância! Oh! meu céu de primavera! Que doce a vida não era Nessa risonha manhã! Em vez das mágoas de agora, Eu tinha nessas delícias De minha mãe as carícias E beijos de minhã irmã! Livre filho das montanhas, Eu ia bem satisfeito, Da camisa aberta o peito, — Pés descalços, braços nus — Correndo pelas campinas A roda das cachoeiras, Atrás das asas ligeiras Das borboletas azuis! Naqueles tempos ditosos Ia colher as pitangas, Trepava a tirar as mangas, Brincava à beira do mar; Rezava às Ave-Marias, Achava o céu sempre lindo. Adormecia sorrindo E despertava a cantar! ................................ Oh! que saudades que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida Que os anos não trazem mais! — Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras A sombra das bananeiras Debaixo dos laranjais!

Por Casimiro de Abreu

⁠Se você tem alguma palavra final a dizer antes de tirar sua vida, eu terei todo o prazer em ouvir.

Por Cells at Work