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Nunca é tarde para anunciar as boas-vindas: Seja bem-vindo à luz Seja bem-vindo à luz do sol Seja bem-vindo à luz do sol desta manhã Seja bem-vindo à luz do sol desta manhã de sexta-feira.

Por Cláudio M. Assunção

Jó, JÓ, 6:22, Por acaso pedi que me dessem recompensa? Ou que da riqueza de vocês me trouxessem algum presente?

Por Jó, Antigo Testamento

⁠Eu tive um sonho Em que eu consegui tudo o que queria Não é o que você pensa E, pra ser sincera, Ele pode ter sido um pesadelo Para quem possa se importar

Por Billie Eilish

Marcos, MC, 6:21, Chegando uma ocasião favorável, em que Herodes, no dia do seu aniversário, deu um banquete às autoridades, aos oficiais militares e às pessoas importantes da Galileia,

Por Marcos, Novo Testamento

II Crônicas, 2CR, 32:1, Depois destas coisas e desta fidelidade, Senaqueribe, rei da Assíria, invadiu Judá e sitiou as cidades fortificadas, com a intenção de conquistá-las.

Por II Crônicas, Antigo Testamento

Ande mais rápido. Não podemos ser tão devagar assim em tudo que fazemos na vida.

Por Amor para Recomeçar (série)

Juízes, JZ, 18:24, Mica respondeu: - Vocês pegaram os deuses que eu fiz e também o meu sacerdote e foram embora. O que sobrou para mim? E vocês ainda me perguntam: ´O que é que você quer?`

Por Juízes, Antigo Testamento

Josué, JS, 5:6, Porque os filhos de Israel andaram quarenta anos pelo deserto, até desaparecer toda a nação, a saber, os homens de guerra que saíram do Egito, que não obedeceram à voz do Senhor, aos quais o Senhor tinha jurado que não lhes deixaria ver a terra que o Senhor, sob juramento, prometeu dar a seus pais, terra que mana leite e mel.

Por Josué, Antigo Testamento

Eclesiastes, EC, 1:13, Dediquei-me a investigar e a me informar com sabedoria a respeito de tudo o que se faz debaixo do céu. Que enfadonho trabalho Deus impôs aos filhos dos homens, para com ele os afligir!

Por Eclesiastes, Antigo Testamento

"Nesta ausência que me excita,tenho-te, à minha vontade, numa vontade infinita... Distância, sejas bendita!Bendita sejas, saudade!" SAUDADE De quem é esta saudade que meus silêncios invade, que de tão longe me vem? De quem é esta saudade, de quem? Aquelas mãos só carícias, Aqueles olhos de apelo, aqueles lábios-desejo... E estes dedos engelhados, e este olhar de vã procura, e esta boca sem um beijo... De quem é esta saudade que sinto quando me vejo? (in Velha poesia, 1965) •ღ•‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗•ღ• FECUNDAÇÃO Teus olhos me olham longamente, imperiosamente... de dentro deles teu amor me espia. Teus olhos me olham numa tortura de alma que quer ser corpo, de criação que anseia ser criatura Tua mão contém a minha de momento a momento: é uma ave aflita meu pensamento na tua mão. Nada me dizes, porém entra-me a carne a pesuasão de que teus dedos criam raízes na minha mão. Teu olhar abre os braços, de longe, à forma inquieta de meu ser; abre os braços e enlaça-me toda a alma. Tem teu mórbido olhar penetrações supremas e sinto, por senti-lo, tal prazer, há nos meus poros tal palpitação, que me vem a ilusão de que se vai abrir todo meu corpo em poemas. (in Sublimação, 1928) •ღ•‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗•ღ• ESBOÇO Teus lábios inquietos pelo meu corpo acendiam astros... E no corpo da mata os pirilampos de quando em quando, insinuavam fosforecentes carícias... E o corpo do silêncio estremecia, chocalhava, com os guizos do cri-cri osculante dos grilos que imitavam a música de tua boca... E no corpo da noite as estrelas cantavam com a voz trêmula e rútila de teus beijos... (in Sublimação, 1928) •ღ•‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗•ღ• REFLEXÃO Há certas almas como as borboletas, cuja fragilidade de asas não resiste ao mais leve contato, que deixam ficar pedaços pelos dedos que as tocam. Em seu vôo de ideal, deslumbram olhos, atraem as vistas: perseguem-nas, alcançam-nas, detem-nas, mas, quase sempre, por saciedade ou piedade, libertam-nas outra vez. Ela, porém, não voam como dantes, ficam vazias de si mesmas, cheias de desalento... Almas e borboletas, não fosse a tentação das cousas rasas; - o amor de néctar, - o néctar do amor, e pairaríamos nos cimos seduzindo do alto, admirando de longe!... (in Sublimação, 1928) •ღ•‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗•ღ• O RETRATO FIEL Não creias nos meus retratos, nenhum deles me revela, ai, não me julgues assim! Minha cara verdadeira fugiu às penas do corpo, ficou isenta da vida. Toda minha faceirice e minha vaidade toda estão na sonora face; naquela que não foi vista e que paira, levitando, em meio a um mundo de cegos. Os meus retratos são vários e neles não terás nunca o meu rosto de poesia. Não olhes os meus retratos, nem me suponhas em mim.

Por Gilka Machado