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A escola da vida é a rua.

Por Hungria

Eu sou melhor nua. Decidi me despir, tirar a roupa, esvaziar a mente, arrancar a coroa e lavar o rosto. Descobri em mim, algo que nem mesmo eu sabia: Eu sou melhor nua. Ante toda essa tecnologia, moda de filtros e edição de fotos, não sabemos mais quem são as pessoas. Vemos uma foto e muitas vezes não condiz com a realidade. Eu sei! Muitas vezes eu também não me reconheço no espelho, ao ver uma foto trabalhadinha.

Por Vida Erin Zurich

⁠Por favor, não faça isso. Repetir a mesma coisa sem parar até eu não aguentar mais e desistir.

Por Kimi: Alguém Está Escutando (filme)

Salmos, SL, 43:4, Então irei ao altar de Deus, de Deus, que é a minha grande alegria; ao som da harpa eu te louvarei, ó Deus, Deus meu.

Por Salmos, Antigo Testamento

A civilização é um progresso de homogeneidade indefinida e incoerente rumo a uma heterogeneidade definida e coerente.

Por Herbert Spencer

Efésios, EF, 6:22, Eu o estou enviando a vocês com esta finalidade: para que conheçam a nossa situação e para que ele console o coração de vocês.

Por Efésios, Novo Testamento

Atos, AT, 9:18, Imediatamente caíram dos olhos de Saulo umas coisas parecidas com escamas, e ele voltou a ver. A seguir, levantou-se e foi batizado.

Por Atos, Novo Testamento

I Reis, 1RS, 4:4, Benaia, filho de Joiada, era comandante do exército; Zadoque e Abiatar eram sacerdotes;

Por I Reis, Antigo Testamento

Provérbios, PV, 7:23, até que uma flecha lhe atravesse o coração. Ele era como a ave que corre para dentro do alçapão, sem saber que isto lhe custará a vida.

Por Provérbios, Antigo Testamento

Todos os homens fazem cavernas de sombras para os olhos, Com chapéus e mãos, órbitas, pestanas, testas, Para as delicadas pupilas ousarem olhar para a Luz. Nas terras do norte também, onde a luz não tem sombra, O homem ergue a mão para proteger a vista; É coisa que já vi fazerem no luar forte. Diante de qualquer clarão muito forte, essa mão vigente Corre ao seu posto, fazendo um escuro; Como os do gato, os olhos do homem ficam grandes e suaves de noite. São olhos novos, ainda não habituados a ver. Absorvendo facetas, individuais, Ainda sem habilidade para os usarem redondos e certos. Pensem: animais de quatro nós éramos, baixos, Com o olhar horizontal bem guardado Daquela claridade vibrante, chamejante de arder os olhos. Porém tinha de vir esse dia inevitável: Um animalzinho valente ergueu a pata ao galho, Puxou-se para cima - e cambaleou à sua altura. Nossos bebês humanos nos mostraram como foi. Eles escalam; nós, vigilantes, Deixamos que aprendam a loucura de seu susto. Naquela primeira aventura, a luz desceu em saudação, De igual a igual, um faiscar na mente, E o animal pensou ser "anjo" - como bem podíamos. Uma pata, livre da terra, agarrava-se ao galho liso; A outra, liberta, esperava, enquanto os olhos Erguiam-se afinal ás aves e nuvens voando. E assim ele se equilibrou ali, um animal de pé. E o anjo, poupando o que ele mal ganhara, Levantou aquela mão inerte para proteger sua vista, Naquele gesto mais comum que é feito. O homem não pode olhar diretamente para o sol. (Roteiro para um passeio ao inferno)

Por Doris Lessing