Veja outros textos inspiradores!

A linguagem existe mais para libertar a imaginação do que para registrar fatos atuais.

Por Anthony Burgess

E a incerteza de seguir Me persegue como um cão faminto Eu escrevo Grito Escancaro o peito Por eu ser assim tão sentimental

Por Josyara

Êxodo, EX, 25:31, - Faça também um candelabro de ouro puro; de ouro batido deverá ser feito este candelabro. O seu pedestal, a sua haste, os seus cálices, as suas maçanetas e as suas flores formarão com ele uma só peça.

Por Êxodo, Antigo Testamento

A imagem de Capitu ia comigo, e a minha imaginação, assim como lhe atribuíra lágrimas, há pouco, assim lhe encheu a boca de riso agora: vi-a escrever no muro, falar-me, andar à volta, com os braços no ar; ouvi distintamente o meu nome, de uma doçura que me embriagou.

Por Machado de Assis

Pegue para você o que lhe pertence, e o que lhe pertence é tudo aquilo que sua vida exige. Parece uma moral amoral. Mas o que é verdadeiramente imoral é ter desistido de si mesma.

Por Clarice Lispector

Uma vida sem verão é como um ano sem amor.

Por Amor e gelato

⁠Existe uma grande diferença entre comprometimento e apenas vontade de fazer. Quando você tem apenas vontade de fazer algo, só realiza quando é conveniente e está disposto.

Por Roberto Shinyashiki

O mistério não é que alguém se torne assassino em massa. O mistério é que a grandíssima maioria não mate ninguém.

Por Contardo Calligaris

Mateus, MT, 27:44, Também os ladrões que haviam sido crucificados com ele o insultavam.

Por Mateus, Novo Testamento

SER E NÃO SER Se te procuro, fujo de avistar-te E se te quero, evito mais querer-te, Desejo quase... quase aborrecer-te, E se te fujo, estás em toda parte. Distante, corro logo a procurar-te E perco a voz e fico mudo ao ver-te, Se me lembro de ti, tento esquecer-te, E se te esqueço, cuido mais amar-te. O pensamento assim partido ao meio E o coração assim também partido, Chamo-te e fujo, quero-te e receio! Morto por ti, eu vivo dividido, Entre o meu e o teu ser sinto-me alheio, E sem saber de mim, vivo perdido!

Por José Bonifácio