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⁠Seja grato por tudo que você viveu até aqui, gratidão deixa a vida mais leve, te torna uma pessoa mais nobre e feliz.

Por Guilherme Paixão

II Crônicas, 2CR, 2:13, E agora vou enviar um homem sábio de grande entendimento, a saber, Hirão-Abi,

Por II Crônicas, Antigo Testamento

⁠Ah, que saudade do que eu nunca mais vi No fundo dos meus olhos Será mesmo que eu me perdi Pelos meus caminhos tortos Eu tô cheio desse vazio Poluído por corpos Eu não sou daqui Minha alma é livre E eu não me comporto Eu quero minha fé de volta

Por Don L

I Crônicas, 1CR, 21:18, Então o Anjo do Senhor disse a Gade que mandasse Davi edificar um altar ao Senhor na eira de Ornã, o jebuseu.

Por I Crônicas, Antigo Testamento

Bolha de sabão. Borboleta distraída... Colisão no ar!

Por Fanny Dupré

⁠“No Jardim das Palavras” No jardim da vida, onde os sonhos brotam, como flores excêntricas sob a luz do sol, cada pétala desabrocha um verso, uma história peculiar, e o solo fértil do coração os nutre. As palavras giram como folhas em uma brisa caprichosa, tecendo histórias de amor, risos e absurdos. A caneta se torna uma varinha mágica para o poeta, conjurando pensamentos em tapeçarias poéticas. Portanto, caro iniciante, não tema a página em branco! Deixe sua alma fluir como um rio sereno. A cada pincelada, você se torna parte deste vasto universo de rimas peculiares. E quando a noite cair, as estrelas brilharem lá no alto, seus poemas serão constelações no céu. Lembre-se: todo poeta começou assim, com o coração cheio de palavras ansiosas para escapar.

Por Rodrigo Carvalho

Os homens da sua geração ignoram a saúde mental por muito tempo.

Por Homem-Aranha: Através do AranhaVerso

Oséias, OS, 13:10, Onde está, agora, o seu rei, para que o salve em todas as suas cidades? E os seus juízes, dos quais você disse: ´Dê-me um rei e príncipes`?

Por Oséias, Antigo Testamento

Pessoas vão se transformando em peso para o mundo. Acabam com dois mil quilos de indiferença, desagrado e solidão.

Por Artur da Távola

Sem exagero, não há nas bibliotecas deste mundo, não há nos pisos deste chão, não há na lucidez das minhas loucuras e muito menos na imensidão das suas ausências, nada nem ninguém capaz de entender o silêncio dos meus poemas com a mesma delicadeza dos seus olhos. Eles têm o privilégio de ler as entrelinhas de cada verso, e por ali ficar por horas e horas e dias e dias, até adormecerem num sonho confuso e denso – como são os sonhos dos que amam e não podem se entregar. E eles nunca se fecham porque precisam de vida para morrer, e também precisam se alimentar dessa poesia para continuar a brilhar e a sentir saudades e a mentir verdades. Por isso serão sempre densos, tensos e imensos. Já, meus poemas têm a necessidade de buscar nos seus traços o formato de cada letra e o compromisso de catar em suas mãos as palavras mais imperfeitas – aquelas que nunca foram versificadas – e ver se cada "eu te amo" gritado silenciosamente pelos seus lábios finos consegue me acolher sem dentes, sem me deixar sofrer e só me fazer enxergar o que há de mais belo no amor: aquilo que não se diz. Meus poemas também têm a obrigação de contar nos seus dedos todas as vezes que eu não pude ouvir o tom da sua voz tão deliciada dizer que sente a minha falta. E nesse timbre ficar e respirar por meses e meses e rimas e rimas, até adoecerem num sonho doce e triste – como são os sonhos dos que amam e não encontram ninguém para se entregar. E eles nunca se ausentam por muito tempo porque precisam das migalhas da sua presença, dos pedaços mastigados do seu coração e de alguns goles das suas lágrimas para não secarem, sozinhos, como os pontos finais dos breves romances sem final feliz. Por isso também serão sempre densos, tensos e imensos. Saiba que também não sei muito bem o que pode sair da boca e dos poros e das mãos e dos olhos de um homem de carne e osso e sangue e sonhos que se permite acreditar na realidade de vez em quando. E mesmo que nada faça sentido. E mesmo que eu não consiga me expressar com as palavras certas. E mesmo que você não interprete da maneira mais simples meus sentimentos mais complicados, meus desejos mais confusos e minhas mais sinceras verdades sobre você, sobre mim, sobre nós; saiba que aqui, em cada página, em cada erro ou palavra, em cada espaço ou entrelinha, em cada ponto e vírgula, estão os meus mais vivos pensamentos, aqueles que pulsam e vibram cada vez que pensam no que não fomos... Não sei como nem quando surgiu a ideia de começar a te escrever. [página solta de uma carta despedaçada; antônio]

Por Eu me chamo Antônio