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Existem tantas coisas que nós não compreendemos. E tanta infelicidade acontece por causa disso.
Por A Cor Púrpura (livro)I Reis, 1RS, 11:9, O Senhor se indignou contra Salomão, por ter desviado o seu coração do Senhor, Deus de Israel, que lhe havia aparecido duas vezes
Por I Reis, Antigo TestamentoA mulher de Deus nunca abaixa a guarda, ela sempre é vigilante. A mulher de Deus nunca deixa sua lâmpada apagar: ela brilha. A mulher de Deus sempre inclina o saleiro. Ela é o sal da terra. A mulher de Deus, de Deus!
Por Marcilene Dumont MULHERES RESILIENTESE percebo que não importa onde eu esteja, seja em um quartinho repleto de ideias ou nesse universo infinito de estrelas e montanhas, tudo está na minha mente. Não há necessidade de solidão. Por isso, ame a vida como ela é e não forme ideias preconcebidas de espécie alguma em sua mente.
Por Jack KerouacIsaías, IS, 2:6, Pois, tu, Senhor, abandonaste o teu povo, a casa de Jacó. Porque eles se encheram da corrupção do Oriente, são adivinhos como os filisteus e se associam com os filhos dos estrangeiros.
Por Isaías, Antigo TestamentoHebreus, HB, 12:9, Além disso, tínhamos os nossos pais humanos, que nos corrigiam, e nós os respeitávamos. Será que, então, não nos sujeitaremos muito mais ao Pai espiritual, para vivermos?
Por Hebreus, Novo TestamentoCírculo vicioso Um dia, milhões de bebês choraram na liberdade uterina do milagre da vida: nasceram. Não vestiram seus corpos, não lhes calçaram sapatos nem lhes deram o conforto do seio materno, antes da posse do sonho infantil, foram rejeitados, ao rigor do abandono. Um dia, mãozinhas trêmulas, inseguras, sem afeto, bateram na porta do vizinho, procurando abrigo. Não havia ninguém ali para oferecer afeto nem portas havia na pobreza do lado. O menino escorregou na direção da rua. Um dia, a criança anêmica foi eleita à marginalidade da escura noite e disputava papelões e pães no lixo do depósito público. Aos tapas, cresceu como grão perdido no vão das pedras, sem a mínima possibilidade de sobreviver: sem teto, sem luz, sem chão. Um dia, o adolescente esperto teve alucinações de vida e o desejo de conferir a sociedade: candidatou-se à luta amarga do subemprego. Alvejado pela falta de habilitação, foi condenado como vagabundo, recebendo etiqueta oficial de mendigo. Um dia, o adulto desiludido, amargurado, sem emprego, sem referencial, saiu à procura do amor. No escuro, mas cheio de esperanças, foi colecionando portas fechadas pelo caminho. Sem Deus, sem nome, sem avalista, sem discurso, acreditou no “slogan” das campanhas sociais. Um dia, o menino mal nascido, mal amado, mal educado, não soube cuidar do filho que nem chegou a ver. Não ouviu seu choro. Imaginou apenas que, após nove meses de duríssima gestação, alguém brotara de um rápido encontro, irresponsável, assustado e vazio que sempre ouviu dizer que se chamava amor.
Por Ivone BoechatÉ pela nossa garotinha! Nada importa se ela não sobreviver, entendeu?
Por Aqueles que me Desejam a Morte (filme)