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Isaías, IS, 33:8, As estradas estão desoladas, ninguém passa por elas. Rompem-se as alianças, as cidades são desprezadas, não há respeito pelas pessoas.
Por Isaías, Antigo TestamentoTalvez você esteja vivendo dias tão difíceis e esteja sem perspectiva do amanhã porque tantas lutas surgiram, mas entenda uma coisa: os seus sonhos e projetos se tornarão realidade no tempo de Deus e conforme a sua perseverança.
Por Junior RostirolaA oposição será sempre popular; é o prato servido à multidão que não logra participar no banquete.
Por Joaquim NabucoSalmos, SL, 92:6, O tolo não compreende, e o insensato não percebe isto:
Por Salmos, Antigo TestamentoEntre brumas, ao longe, surge a aurora. O hialino orvalho aos poucos se evapora, Agoniza o arrebol. A catedral ebúrnea do meu sonho Aparece, na paz do céu risonho, Toda branca de sol. E o sino canta em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!” O astro glorioso segue a eterna estrada. Uma áurea seta lhe cintila em cada Refulgente raio de luz. A catedral ebúrnea do meu sonho, Onde os meus olhos tão cansados ponho, Recebe a bênção de Jesus. E o sino clama em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!” Por entre lírios e lilases desce A tarde esquiva: amargurada prece Põe-se a lua a rezar. A catedral ebúrnea do meu sonho Aparece, na paz do céu tristonho, Toda branca de luar. E o sino chora em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!” O céu é todo trevas: o vento uiva. Do relâmpago a cabeleira ruiva Vem açoitar o rosto meu. E a catedral ebúrnea do meu sonho Afunda-se no caos do céu medonho Como um astro que já morreu. E o sino geme em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!”
Por Alphonsus de GuimaraensJosué, JS, 19:8, E todas as aldeias que havia ao redor destas cidades, até Baalate-Ber, que é Ramá do Neguebe. Esta era a herança da tribo dos filhos de Simeão, segundo as suas famílias.
Por Josué, Antigo Testamento