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⁠O mundo é muito grande pra ser tão bairrista A vida é muito curta pra ser um racista

Por Felipe Flip

Ester, ET, 2:14, À tarde, ela entrava no palácio e, pela manhã, voltava para o segundo harém, sob os cuidados de Saasgaz, eunuco do rei, guarda das concubinas. A moça não voltava mais ao rei, a menos que o rei a desejasse, e ela fosse chamada pelo nome.

Por Ester, Antigo Testamento

Lembre-se: quem fica calado não se cala a alma

Por Paulo Ismael

Escrever é uma forma socialmente aceitável de esquizofrenia.

Por E.L. Doctorow

⁠Às vezes me sinto tão pequena e insignificante por ser tão inexperiente, enquanto pessoas mais velhas parecem gigantes e incríveis porque já lidaram com todo tipo de coisa durante a vida.

Por Dear My Friends

⁠Minha infância, minha mãe. Eu os quero de volta.

Por Furiosa: Uma Saga Mad Max

Nem tudo e como parece ser, a alguns meses atrás tudo estava de forma totalmente diferente e em rumos separados, por certo acaso da vida tudo mudou e virou de cabeça para baixo ou foi ao contrario? Não sei como explicar tudo só o que posso e explicar o que sinto. Uma pessoa linda e meiga me cativou e a estressada e impaciente me conquistou, uma personalidade forte e sensata, a duvida e uma amiga constante pra ela junto da impaciência, mas fora essas companheiras ela acompanha também a amizade, a graciosidade, delicadeza, inteligência e a acepção de perfeição para a minha vida. São poucos meses para uns e para nos muito menos ainda, sendo que estar com ela vale mais que anos luz ou ate mesmo qualquer outro momento que poderia ter, um sorriso que me cativa uma voz que me completa e um olhar que me preenche. Se eu amo alguém? Amo sim, o orgulho que carrego todos os dias de dizer que te amo e maior que qualquer sentimento que poderia ter, você mudou toda a minha historia e fez cada minuto, momento, briga, carinho, pesadelo e sorriso valer a pena e esse sentimento todo e só o que preciso para continuar. Independente do tempo, momento e local o que sinto não depende disso e a necessidade compulsiva de te fazer feliz e o que me guia a dizer todos os dias o quanto te amo... <3

Por Thaís Vaz

É preciso, no geral, acreditar em alguém, para, no particular, realmente nele depositar confiança.

Por Hugo Hofmannsthal

Gênesis, GN, 18:13, Então o Senhor perguntou a Abraão: - Por que Sara riu, dizendo: ´Será verdade que darei ainda à luz, sendo velha?`

Por Gênesis, Antigo Testamento

Madrigal para Cecília Meireles Cacaso (Antônio Carlos Ferreira de Brito) Quando na brisa dormias, não teu leito, teu lugar, eu indaguei-te, Cecília: Que sabe o vento do mar? Os anjos que enternecias romperam liras ao mar. Que sabem os anos, Cecília, de tua rota lunar? Muitas transas arredias, um só extremo a chegar: Teu nome sugere ilha, teu canto:um longo mar. Por onde as nuvens fundias a face deixou de estar. Vida tão curta, Cecília, a barco tragando o mar. Que céu escuro havia há tanto por te espreitar? Que alma se perderia na noite de teu olhar? Sabemos pouco, Cecília, temos pouco a contar: Tua doce ladainha, a fria estrela polar a tarde em funesta trilha, a trilha por terminar precipita a profecia: Tão curta é a vida, Cecília, tão longa a rota do mar. Em te saber andorinha cravei tua imagem no ar. Estamos quites, Cecília, Joguei a estátua no mar. A face é mais sombria quanto mais se ensimesmar: Tão curta a vida, Cecília, tão negra a rota do mar. Que anjos e pedrarias para erguer um altar? Escuta o coral, Cecília: O céu mandou te chamar. Com tua doce ladainha (vida curta, longo mar) proclames a maravilha. Rio, 1964. Cacaso (Antônio Carlos Ferreira de Brito) nasceu em Uberaba (MG), no dia 13 de março de 1944. Com grande talento para o desenho, já aos 12 anos ganhou página inteira de jornal por causa de suas caricaturas de políticos. Antes dos 20 anos veio a poesia, através de letras de sambas que colocava em músicas de amigos como Elton Medeiros e Maurício Tapajós. Seu primeiro livro, "A palavra cerzida", foi lançado em 1967. Seguiram-se "Grupo escolar" (1974), "Beijo na boca" (1975), "Segunda classe" (1975), "Na corda bamba" (1978) e "Mar de mineiro (1982). Seus livros não só o revelaram uma das mais combativas e criativas vozes daqueles anos de ditadura e desbunde, como ajudaram a dar visibilidade e respeitabilidade ao fenômeno da "poesia marginal", em que militavam, direta ou indiretamente, amigos como Francisco Alvim, Helena Buarque de Hollanda, Ana Cristina Cezar, Charles, Chacal, Geraldinho Carneiro, Zuca Sardhan e outros. No campo da música, os amigos/parceiros se multiplicavam na mesma proporção: Edu Lobo, Tom Jobim, Sueli Costa, Cláudio Nucci, Novelli, Nelson Angelo, Joyce, Toninho Horta, Francis Hime, Sivuca, João Donato e muitos mais. Em 1985 veio a antologia publicada pela Editora Brasiliense, "Beijo na boca e outros poemas". Em 1987, no dia 27 de dezembro, o Cacaso é que foi embora. Um jornal escreveu: "Poesia rápida como a vida". Em 2002 é lançado o livro "Lero-Lero", com suas obras completas. O poema acima foi extraído do livro "Lero-lero", Viveiros de Castro Editora (7Letras) - Rio de Janeiro e Cosac & Naif - São Paulo, 2002, pág. 189.

Por Cacaso