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O amor, isso te mantém. É como mingau de aveia.

Por Brooklyn Nine-Nine

⁠Deus não sabe se uma pele é preta ou branca. Ele enxerga apenas almas.

Por Katherine Anne Porter

Esdras, ED, 2:47, os filhos de Gidel, os filhos de Gaar, os filhos de Reaías,

Por Esdras, Antigo Testamento

I Timóteo, 1TM, 2:4, que deseja que todos sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade.

Por I Timóteo, Novo Testamento

Salmos, SL, 18:34, Ele treinou as minhas mãos para o combate, tanto que os meus braços vergaram um arco de bronze.

Por Salmos, Antigo Testamento

Hebreus, HB, 9:27, E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disso, o juízo,

Por Hebreus, Novo Testamento

Não há covardia mais torpe que a covardia da inteligência, a burrice voluntária, a recusa de juntar os pontos e enxergar o sentido geral dos fatos.

Por Olavo de Carvalho

A vida é um perpétuo ontem para nós.

Por Alice Sebold

Ezequiel, EZ, 43:7, O Senhor me disse: - Filho do homem, este é o lugar do meu trono e o lugar das plantas dos meus pés, onde habitarei no meio dos filhos de Israel para sempre. Nunca mais a casa de Israel contaminará o meu santo nome, nem eles nem os seus reis, com as suas prostituições e com o cadáver dos seus reis, nos seus lugares altos.

Por Ezequiel, Antigo Testamento

Mulher e Seda Há algo em cada mulher que se tateia como se tocássemos seda. Não me refiro ao que há de frívolo ou comum na expressão "como seda", mas a algo mais radical que se tateia porque não se sabe e fascina; que é seda porque especiaria, porque de procedência outra e mistério. Há algo em cada mulher; ou melhor, na atmosfera que envolve cada mulher, que transforma as coisas e as faz mais interessantes. Em torno de cada mulher há um silêncio; levíssima ausência que sentimos na espinha. A atmosfera em torno de cada mulher recolhe todas as palavras e, algumas vezes, nos leva também o ar. Diante de certas mulheres, há paisagens inteiras. Há mulheres líquidas que olham como se derramassem o oceano sobre nós e, outras, diante das quais pressentimos intimidade sombria com rumor de águas fundas. Há mulheres de doçura múltipla e de uma urgência que alimenta e outras que, quando se as vê, prenuncia-se tormenta. Há mulheres febris e mulheres simétricas. As que emergiram de uma tela e as que saíram de uma fruta. Há ,mulheres que flutuam, que deslocam-se como um conceito. Algumas ventam e tanto que nos sopram num canto; outras são de lua e nos beijam na rua. E há aquelas que perdemos; as que não veremos nunca mais. Mulheres que nos invadem ainda; às vezes, como punhais. Há algo em cada mulher que se tateia como se tocássemos seda. No sentido também de como deve ser sensível o nosso toque. Que ele não fira. Que não tergiverse e não desvie. Que seja simples e inteiro sempre. Que, sobretudo, nosso toque seja tão somente um jeito de realçar o que faz da seda feminina. O que nos encanta, além da palavra, o que desconcerta, neste ser que ilumina.

Por Carlos Adriano