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Talvez o problema seja esse, eu escolho ficar e você escolhe ir.

Por lucasrichawell

Pluralidade Humana A pluridade humana, condição básica da acção e do discurso, tem o duplo aspecto da igualdade e diferença. Se não fossem iguais, os homens seriam incapazes de compreender-se entre si e aos seus antepassados, ou de fazer planos para o futuro e prever as necessidades das gerações vindouras. Se não fossem diferentes, se cada ser humano não diferisse de todos os que existiram, existem ou virão a existir, os homens não precisariam do discurso ou da acção para se fazerem entender. Com simples sinais e sons poderiam comunicar as suas necessidades imediatas e idênticas. Ser diferente não equivale a ser outro - ou seja, não equivale a possuir essa curiosa qualidade de «alteridade», comum a tudo o que existe e que, para a filosofia medieval, é uma das quatro características básicas e universais que transcendem todas as qualidades particulares. A alteridade é, sem dúvida, um aspecto importante da pluralidade; é a razão pela qual todas as nossas definições são distinções e o motivo pelo qual não podemos dizer o que uma coisa é sem a distinguir de outra. Na sua forma mais abstracta, a alteridade está apenas presente na mera multiplicação de objectos inorgânicos, ao passo que toda a vida orgânica já exibe variações e diferenças, inclusive entre indivíduos da mesma espécie. Só o homem, porém, é capaz de exprimir essa diferença e distinguir-se; só ele é capaz de se comunicar a si próprio e não apenas comunicar alguma coisa - como sede, fome, afecto, hostilidade ou medo. No homem, a alteridade, que ele tem em comum com tudo o que existe, e a distinção, que ele partilha com tudo o que vive, tornam-se singularidades e a pluralidade humana é a paradoxal pluralidade dos seres singulares. Hannah Arendt, in 'A Condição Humana'

Por Hannah Arendt

Não precisa mudar [...] Não precisa mudar Vou me adaptar ao seu jeito Seus costumes, seus defeitos Seu ciúmes, suas caras Pra quê mudá-las?[...]

Por Ivete Sangalo

I Crônicas, 1CR, 11:29, Sibecai, husatita; Ilai, aoíta;

Por I Crônicas, Antigo Testamento

Educar é como catar piolho na cabeça da criança. É preciso que haja esperança, abandono, perseverança. A esperança é crença de que se está cumprindo uma missão; O abandono é a confiança do educando na palavra; A presença é a perseguição aos mais teimosos dos piolhos, é não permitir que um único escape, se perca. Só se educa pelo carinho e catar piolho é o carinho que o educador faz na cabeça do educando, estimulando-o a palavra é pela magia do silêncio. Ser educador é ser confessor dos próprios sonhos e só quem é capaz de oferecer um colo para que o educando repouse a cabeça e se abandone ao som das palavras mágicas, pode fazer o outro construir seus próprios sonhos. E pouco importa se os piolhos são apenas imaginários

Por Daniel Munduruku

Insônia na Letônia Travado em Belgrado Herói em Niterói

Por Alberto Marsicano

Agora, meu amigo, eu ganhei o maior presente do mundo: uma segunda chance.

Por A Jornada de Vivo (filme)

Sem dinheiro, a honra é uma doença.

Por Jean Racine

Não somos nada sem nossos defeitos...

Por Joab lim

Estudar filosofia é estar preparado para ser devorado por leões, ainda que mais adiante seja possível contar com o auxílio das hienas⁠

Por Randerson Figueiredo