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Isso ⁠é o que os escritores por séculos chamaram de “melancolia”, mas porque você não lê livros, sua linguagem é limitada...

Por Jessica Anthony

O amor é uma coisa frágil e corruptível. E, no entanto, eu já o vi demonstrar uma força curiosa. Está além de qualquer compreensão. O amor é uma fraqueza que, de vez em quando, triunfa sobre a força.

Por Brent Weeks

⁠A dor concede a algumas pessoas a sabedoria que a inocência nega.

Por Elia Barceló

Pode misturar-se a esperança e o desespero até já não se distinguirem um do outro.

Por André Chamson

É inovador e revolucionário? Não. Mas durante aquela meia hora cria ali pra você um lugar tão aconchegante, tão reconfortante, tão capaz de reconstruir a sua fé na humanidade (...) que não tem preço.

Por Isabela Boscov

⁠Redes sociais são um bom recurso. Não pensamos assim, mas são. Elas nos conectam. Mostram o mundo.

Por Identidades em Jogo (filme)

I Crônicas, 1CR, 22:13, Então você prosperará, se tiver o cuidado de cumprir os estatutos e os juízos que o Senhor ordenou a Moisés a respeito de Israel. Seja forte e corajoso, não tenha medo, nem fique assustado.

Por I Crônicas, Antigo Testamento

A MORTE NÃO É NADA A morte não é nada. Apenas passei ao outro lado do mundo. Eu sou eu. Você é você. O que fomos um para o outro, ainda o somos. Dá-me o nome que sempre me deste. Fala-me como sempre me falaste. Não mudes o tom a um triste ou solene. Continua rindo com aquilo que nos fazia rir juntos. Reza, sorri, pensa em mim, reza comigo. Que o meu nome se pronuncie em casa como sempre se pronunciou, sem nenhuma ênfase, sem rosto de sombra. A vida continua significando o que significou: continua sendo o que era. O cordão de união não se quebrou. Por que eu estaria fora dos teus pensamentos, apenas porque estou fora da tua vista? Não estou longe, somente estou do outro lado do caminho.

Por Henry Scott Holland

⁠O homem foi capaz de inventar a bomba atômica, mas nenhum rato no mundo criaria a própria ratoeira.

Por Albert Einstein

Para aparecerem no jornal, há assassinos que assassinam.

Por Eça de Queirós