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Como não amar isso? Especialmente do jeito que eu faço. Cara, é épico. Teve uma festa que eu dei que faria Sinatra, Flynn, Jagger, Richards, todos eles, parecerem apenas crianças sem braço e de olhos caídos.
Por Charlie SheenIsaías, IS, 30:13, Portanto, esta maldade será para vocês como brecha num muro alto, que, formando uma barriga, está prestes a cair, e cuja queda vem de repente, num momento.
Por Isaías, Antigo TestamentoPara mim, atuar é a forma mais lógica para as neuroses das pessoas se manifestarem, nesta grande necessidade que todos temos de nos expressar.
Por James DeanInvés de flores, dê semestes. Romântico é ver algo crescer ao invés de murchar.
Por Felipe Rocha (Tipo Bilhete)Eu nunca vi você olhar para alguém ou para alguma coisa do jeito que olha para ela. E você vai jogar tudo isso fora por uma besteira? Porque você está com medo de viver algo real?
Por Jasmine GuilloryMuito cuidado com os elogios rápidos. Aqueles que, na primeira tarde, são capazes de ver qualidades que não tens, também rapidamente descobrem defeitos que nunca possuístes.
Por Paulo CoelhoA coisa engraçada sobre enfrentar a morte iminente é que isso realmente coloca tudo em perspectiva.
Por James PattersonO arranco da morte Pesa-me a vida já. Força de bronze Os desmaiados braços me pendura. Ah! já não pode o espírito cansado Sustentar a matéria. Eu morro, eu morro. A matutina brisa Já não me arranca um riso. A rósea tarde Já não me doura as descoradas faces Que gélidas se encovam. O noturno crepúsculo caindo Só não me lembra o escurecido bosque, Onde me espera, a meditar prazeres, A bela que eu amava. A meia-noite já não traz-me em sonhos As formas dela - desejosa e lânguida - Ao pé do leito, recostada em cheio Sobre meus braços ávidos. A cada instante o coração vencido Diminui um palpite; o sangue, o sangue, Que nas artérias férvido corria, Arroxa-se e congela. Ah! é chegada a minha hora extrema! Vai meu corpo dissolver-se em cinza; Já não podia sustentar mais tempo O espírito tão puro. É uma cena inteiramente nova. Como será? - Como um prazer tão belo, Estranho e peregrino, e raro e doce, Vem assaltar-me todo! E pelos imos ossos me refoge Não sei que fio elétrico. Eis! sou livre! O corpo que foi meu! que lodo impuro! Caiu, uniu-se à terra.
Por Junqueira Freire