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Salmos, SL, 40:6, Sacrifícios e ofertas não quiseste; abriste os meus ouvidos; holocaustos e ofertas pelo pecado não requeres.

Por Salmos, Antigo Testamento

Precisamos parar o Godzilla. Essa é a nossa única chance. Temos que arriscar.

Por Godzilla vs. Kong

I Reis, 1RS, 19:15, Então o Senhor disse a Elias: - Vá, volte ao seu caminho para o deserto de Damasco. Chegando lá, unja Hazael como rei da Síria.

Por I Reis, Antigo Testamento

Mateus, MT, 25:25, <J>fiquei com medo e escondi o seu talento na terra; aqui está o que é seu.`</J>

Por Mateus, Novo Testamento

para quem haicais? para mim, para o que faz para o menos mais

Por Bith

I Crônicas, 1CR, 18:1, Depois disso, Davi atacou os filisteus, derrotou-os e tomou Gate e as suas aldeias das mãos dos filisteus.

Por I Crônicas, Antigo Testamento

A variedade é importante. Até o melhor bife fica sem graça quando você o come o tempo todo.

Por Clare Mackintosh

Salmos, SL, 119:31, Aos teus testemunhos me apego; não permitas, Senhor, que eu seja envergonhado.

Por Salmos, Antigo Testamento

Paes é o prefeito mais feliz do mundo, que dirige a cidade mais importante do mundo e da galáxia. Por que da galáxia? Porque a galáxia é o Rio de Janeiro. A via Láctea é fichinha perto da galáxia que o nosso querido Eduardo Paes tem a honra de ser prefeito.

Por Dilma Rousseff

MEUS OITO ANOS Oh! que saudades que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida Que os anos não trazem mais! Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras À sombra das bananeiras, Debaixo dos laranjais! Como são belos os dias Do despontar da existência! — Respira a alma inocência Como perfumes a flor; O mar é — lago sereno, O céu — um manto azulado, O mundo — um sonho dourado, A vida — um hino d'amor! Que aurora, que sol, que vida, Que noites de melodia Naquela doce alegria, Naquele ingênuo folgar! O céu bordado d'estrelas, A terra de aromas cheia As ondas beijando a areia E a lua beijando o mar! Oh! dias da minha infância! Oh! meu céu de primavera! Que doce a vida não era Nessa risonha manhã! Em vez das mágoas de agora, Eu tinha nessas delícias De minha mãe as carícias E beijos de minhã irmã! Livre filho das montanhas, Eu ia bem satisfeito, Da camisa aberta o peito, — Pés descalços, braços nus — Correndo pelas campinas A roda das cachoeiras, Atrás das asas ligeiras Das borboletas azuis! Naqueles tempos ditosos Ia colher as pitangas, Trepava a tirar as mangas, Brincava à beira do mar; Rezava às Ave-Marias, Achava o céu sempre lindo. Adormecia sorrindo E despertava a cantar! ................................ Oh! que saudades que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida Que os anos não trazem mais! — Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras A sombra das bananeiras Debaixo dos laranjais!

Por Casimiro de Abreu