Veja outros textos inspiradores!

Sua morte é uma lição. É um fato da vida que devemos aceitar.

Por Junji Ito

Deuteronômio, DT, 34:10, Nunca mais se levantou em Israel um profeta como Moisés, com quem o Senhor tratava face a face.

Por Deuteronômio, Antigo Testamento

A morte / conta-se / vivendo.

Por G. Ungaretti

Lucas, LC, 2:8, Havia, naquela mesma região, pastores que viviam nos campos e guardavam os seus rebanhos durante as vigílias da noite.

Por Lucas, Novo Testamento

⁠Eu sinto o cheiro da morte. Seu aroma é forte como cravo e canela queimando na boca do fogão. - Isso me faz lembrar que quando criança , meus pais me alimentavam com sonhos bons e me faziam imaginar que o mundo lá fora era um conto de fadas repleto de fantasia. Esse foi o grande problema dos meus pais , eles mi protegeram da maldade do mundo mais esqueceram de adicionar um pouco de realismo em cada conto de fadas. Eu cresci, e tive de apreender da pior forma possível como são as pessoas de verdade. Mi feri sosinha e nas noites frias de inverno me deixei morrer por algumas horas ou talvez dias. Hoje as lembranças fogem de min como o sangue fresco escorre pelos meus ferimentos , cada fio de cabelo do chão cada lágrima que escorre das minhas bochchas são o minimo do que eu estou por dentro. Eu aprendi a me odiar da pior forma.

Por Colleen Hoover

II Reis, 2RS, 16:9, O rei da Assíria lhe deu ouvidos, subiu contra Damasco, tomou-a, levou o povo para Quir e matou Rezim.

Por II Reis, Antigo Testamento

"Não podia levantar o braço na passarela. Arriei e fui dançando e cantando. Tinha os seios lindos naquela ocasião. Mostrei. Houve gritaria, escândalo, mas por quê? Os seios são a coisa mais linda na mulher."

Por Dercy Gonçalves

Contemplo o lago mudo que a brisa estremece Não sei se penso em tudo ou se o tudo me esquece O lago nada me diz, não sinto a brisa mexe-lo Não sei se sou feliz nem se desejo se-lo Tremulos rincos risonhos na agua adormecida porque fiz eu dos sonhos a minha única vida?

Por Fernando Pessoa

Escravo de Si Mesmo A suposição de que a identidade de uma pessoa transcende, em grandeza e importância, tudo o que ela possa fazer ou produzir é um elemento indispensável da dignidade humana. (...) Só os vulgares consentirão em atribuir a sua dignidade ao que fizeram; em virtude dessa condescendência serão «escravos e prisioneiros» das suas próprias faculdades e descobrirão, caso lhes reste algo mais que mera vaidade estulta, que ser escravo e prisioneiro de si mesmo é tão ou mais amargo e humilhante que ser escravo de outrem. Hannah Arendt, in 'A Condição Humana'

Por Hannah Arendt

aquilo que emite luz deve suportar o calor

Por Viktor Frankl