Veja outros textos inspiradores!

Jeremias, JR, 29:12, Então vocês me invocarão, se aproximarão de mim em oração, e eu os ouvirei.

Por Jeremias, Antigo Testamento

I Coríntios, 1CO, 15:51, Eis que vou lhes revelar um mistério: nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados

Por I Coríntios, Novo Testamento

⁠Sua mente é como essa água. Quando fica agitada, não consegue ver claramente, mas, se permitir que se acalme, a resposta fica clara. (Mestre Oogway)

Por Kung Fu Panda

A demagogia é a pior das mentiras, porque é uma mentira mentirosa.

Por Tim Maia

Eu vejo minha visão queimando, eu sinto minhas memórias desaparecendo no tempo

Por Avenged Sevenfold

Meu compromisso é sempre vencer.

Por Dragon Ball

Romance Sonâmbulo (A Gloria Giner e a Fernando de los Rios) Verde que te quero verde. Verde vento. Verdes ramas. O barco vai sobre o mar e o cavalo na montanha. Com a sombra pela cintura ela sonha na varanda, verde carne, tranças verdes, com olhos de fria prata. Verde que te quero verde. Por sob a lua gitana, as coisas estão mirando-a e ela não pode mirá-las. Verde que te quero verde. Grandes estrelas de escarcha nascem com o peixe de sombra que rasga o caminho da alva. A figueira raspa o vento a lixá-lo com as ramas, e o monte, gato selvagem, eriça as piteiras ásperas. Mas quem virá? E por onde?... Ela fica na varanda, verde carne, tranças verdes, ela sonha na água amarga. — Compadre, dou meu cavalo em troca de sua casa, o arreio por seu espelho, a faca por sua manta. Compadre, venho sangrando desde as passagens de Cabra. — Se pudesse, meu mocinho, esse negócio eu fechava. No entanto eu já não sou eu, nem a casa é minha casa. — Compadre, quero morrer com decência, em minha cama. De ferro, se for possível, e com lençóis de cambraia. Não vês que enorme ferida vai de meu peito à garganta? — Trezentas rosas morenas traz tua camisa branca. Ressuma teu sangue e cheira em redor de tua faixa. No entanto eu já não sou eu, nem a casa é minha casa. — Que eu possa subir ao menos até às altas varandas. Que eu possa subir! que o possa até às verdes varandas. As balaustradas da lua por onde retumba a água. Já sobem os dois compadres até às altas varandas. Deixando um rastro de sangue. Deixando um rastro de lágrimas. Tremiam pelos telhados pequenos faróis de lata. Mil pandeiros de cristal feriam a madrugada. Verde que te quero verde, verde vento, verdes ramas. Os dois compadres subiram. O vasto vento deixava na boca um gosto esquisito de menta, fel e alfavaca. — Que é dela, compadre, dize-me que é de tua filha amarga? — Quantas vezes te esperou! Quantas vezes te esperara, rosto fresco, negras tranças, aqui na verde varanda! Sobre a face da cisterna balançava-se a gitana. Verde carne, tranças verdes, com olhos de fria prata. Ponta gelada de lua sustenta-a por cima da água. A noite se fez tão íntima como uma pequena praça. Lá fora, à porta, golpeando, guardas-civis na cachaça. Verde que te quero verde. Verde vento. Verdes ramas. O barco vai sobre o mar. E o cavalo na montanha.

Por Federico García Lorca

Números, NM, 7:89, Quando Moisés entrava na tenda do encontro para falar com o Senhor, ouvia a voz que lhe falava de cima do propiciatório, que está sobre a arca do testemunho entre os dois querubins; assim lhe falava.

Por Números, Antigo Testamento

Salmos, SL, 106:34, Não exterminaram os povos, como o Senhor lhes havia ordenado.

Por Salmos, Antigo Testamento

Se quer a verdade... venha atrás dela.

Por Homem-Aranha