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⁠“Meu avô era um homem muito corajoso, só tinha medo dos idiotas. Eu então lhe perguntei: Por quê, vô ? Ele disse: eles são muitos e por serem a maioria, escolhem até o presidente”. [ Facundo Cabral ]

Por Facundo Cabral

João, JO, 5:15, O homem se retirou e disse aos judeus que tinha sido Jesus quem o havia curado.

Por João, Novo Testamento

⁠O caminho que você escolheu não tem volta. (Fala Macia)

Por Kung Fu Panda 2

O bem e o mal não estão em nossos atos, mas em nossos pensamentos

Por Henrique Jose de Souza

Sim, sei bem Que nunca serei alguém. Sei de sobra Que nunca terei uma obra. Sei, enfim, Que nunca saberei de mim. Sim, mas agora, Enquanto dura esta hora, Este luar, estes ramos, Esta paz em que estamos, Deixem-me crer O que nunca poderei ser.

Por Fernando Pessoa

⁠As prisões mais sombrias são aquelas da nossa mente.

Por Elizabeth Chadwick

Ezequiel, EZ, 6:13, Então vocês saberão que eu sou o Senhor, quando os seus mortos estiverem estendidos no meio dos seus ídolos, ao redor dos seus altares, em todas as colinas elevadas e no alto de todos os montes, debaixo de todas as árvores frondosas e debaixo de todos os carvalhos espessos, lugares onde ofereciam suave perfume a todos os seus ídolos.

Por Ezequiel, Antigo Testamento

Juízes, JZ, 5:9, Meu coração está com os comandantes de Israel, que, voluntariamente, se ofereceram entre o povo. Bendigam o Senhor.

Por Juízes, Antigo Testamento

Mateus, MT, 13:47, <J> - O Reino dos Céus é ainda semelhante a uma rede que foi lançada ao mar e apanhou peixes de toda espécie.</J>

Por Mateus, Novo Testamento

No momento em que os partidos nacionalistas tentam organizar a classe operária embrionária das cidades, observam-se no campo explosões absolutamente inexplicáveis. É o caso, por exemplo, da famosa insurreição de 1947 em Madagascar. Os serviços colonialistas são formais: é uma revolta camponesa. Na verdade, hoje sabemos que as coisas, como sempre, foram muito mais complicadas. Ao longo da Segunda Guerra Mundial, as grandes companhias coloniais estenderam o seu poder e se apoderaram da totalidade das terras ainda livres. Na mesma época, falou-se na implantação eventual, na ilha, de refugiados judeus, cabilas, antilhanos. Correu igualmente o boato sobre a iminente invasão da ilha por parte dos brancos da África do Sul, com a cumplicidade dos colonos. Assim, após a guerra, os candidatos da lista nacionalista triunfaram nas eleições. Imediatamente depois, organizou-se a repressão contra as células do partido mdrm (Movimento Democrático da Renovação Malgaxe). Para atingir seus fins, o colonialismo serviu-se dos meios mais clássicos: prisões em massa, propaganda racista intertribal e criação de um partido com os elementos desorganizados do lumpemproletariado. Esse partido, dito dos Deserdados de Madagascar (Padesm), daria à autoridade colonial, por suas provocações decisivas, a garantia para a manutenção da ordem. Porém, essa operação banal para aniquilar um partido, preparada de antemão, toma aqui proporções gigantescas. As massas rurais, na defensiva há três ou quatro anos, sentem-se repentinamente em perigo de morte e decidem se opor ferozmente às forças colonialistas. Armado de azagaias e amiúde de pedras e bastões, o povo se lança na insurreição generalizada, em prol da libertação nacional. Sabemos o que vem em seguida. Essas insurreições armadas representam apenas um dos meios utilizados pelas massas rurais para interferir na luta nacional. Algumas vezes os camponeses assumem o lugar da agitação urbana, quando o partido nacional nas cidades se torna alvo da repressão policial. As notícias chegam ao campo ampliadas, desmedidamente ampliadas: líderes detidos, ataques em série com metralhadoras; o sangue negro inunda as cidades, os pequenos colonos banham-se no sangue árabe. Então o ódio acumulado, o ódio exacerbado, acaba por explodir.

Por Frantz Fanon