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Então você cresce, amadurece, e aprende, a duras penas, que o mundo não é feito de açúcar, que os adultos nem sempre detêm a verdade (quase nunca detêm...), que algumas coisas não saem do jeito que a gente quer. Mas a dor do crescimento aparece mesmo quando você descobre que algo em que você acreditava deixou de existir. É assustador ter que reformular tudo aquilo que te constituía e não constitui mais. Temos que estar dispostos a abrir mão de nossas crenças, de nossos planos tão reais, palpáveis, terrenos... para acreditar numa nova realidade. E vamos descobrindo que nada é tão real, palpável ou terreno. Que tudo pode mudar num piscar de olhos, enquanto nos apegamos ao que é conhecido. Percebemos que vivemos, mas não pertencemos. Amamos, mas não controlamos. Temos fé no invisível, mas nunca estamos prontos...
Por Fabíola SimõesEla era lá da Barra, ele de Ipanema Foram ver o campeonato lá em Saquarema Achando que ia dar bom Mas só deu problema, só deu problema A mina chegou gigante, cheia dos esquemas O moleque apaixonado e ela toda plena Ele queria um amor e ela só tinha pena, só tinha pena
Por Giulia BeJeremias, JR, 10:12, O Senhor fez a terra pelo seu poder. Com a sua sabedoria, estabeleceu o mundo; e, com a sua inteligência, estendeu os céus.
Por Jeremias, Antigo TestamentoMarcos, MC, 14:18, Quando estavam à mesa e comiam, Jesus disse: <J> - Em verdade lhes digo que um de vocês, o que come comigo, vai me trair.</J>
Por Marcos, Novo TestamentoEzequiel, EZ, 33:7, - Quanto a você, filho do homem, eu o constituí por atalaia sobre a casa de Israel. Portanto, você ouvirá a palavra da minha boca e lhes dará aviso da minha parte.
Por Ezequiel, Antigo TestamentoA arquitetura como construir portas, de abrir; ou como construir o aberto; construir, não como ilhar e prender, nem construir como fechar secretos; construir portas abertas, em portas; casas exclusivamente portas e tecto. O arquiteto: o que abre para o homem (tudo se sanearia desde casas abertas) portas por-onde, jamais portas-contra; por onde, livres: ar luz razão certa. Até que, tantos livres o amedrontando, renegou dar a viver no claro e aberto. Onde vãos de abrir, ele foi amurando opacos de fechar; onde vidro, concreto; até fechar o homem: na capela útero, com confortos de matriz, outra vez feto.
Por João Cabral de Melo Neto