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Isaías, IS, 31:1, Ai dos que descem ao Egito em busca de socorro e se estribam em cavalos! Eles confiam em carros de guerra, porque são muitos, e em cavaleiros, porque são fortes, mas não olham para o Santo de Israel, nem buscam o Senhor.
Por Isaías, Antigo TestamentoJó, JÓ, 26:2, ´Como você sabe ajudar o que não tem força! Como você sabe socorrer o braço que não tem vigor!
Por Jó, Antigo TestamentoMateus, MT, 21:35, <J>Mas os lavradores, agarrando os servos, espancaram um, mataram outro e apedrejaram ainda outro.</J>
Por Mateus, Novo TestamentoEle está cheio de desejo. Desejo e medo. Ele não sabe o que deseja e não admite seu medo. Mas sente os dois com uma força a ponto de estrangular.
Por Katherine ArdenSabe o que é estranho? Nada parece mudar de um dia para o outro, mas de repente tudo fica diferente.
Por Bill WattersonTenho três filhos e nenhum dinheiro...por que não posso ter nenhum filho e três dinheiros?
Por Homer SimpsonPluralidade Humana A pluridade humana, condição básica da acção e do discurso, tem o duplo aspecto da igualdade e diferença. Se não fossem iguais, os homens seriam incapazes de compreender-se entre si e aos seus antepassados, ou de fazer planos para o futuro e prever as necessidades das gerações vindouras. Se não fossem diferentes, se cada ser humano não diferisse de todos os que existiram, existem ou virão a existir, os homens não precisariam do discurso ou da acção para se fazerem entender. Com simples sinais e sons poderiam comunicar as suas necessidades imediatas e idênticas. Ser diferente não equivale a ser outro - ou seja, não equivale a possuir essa curiosa qualidade de «alteridade», comum a tudo o que existe e que, para a filosofia medieval, é uma das quatro características básicas e universais que transcendem todas as qualidades particulares. A alteridade é, sem dúvida, um aspecto importante da pluralidade; é a razão pela qual todas as nossas definições são distinções e o motivo pelo qual não podemos dizer o que uma coisa é sem a distinguir de outra. Na sua forma mais abstracta, a alteridade está apenas presente na mera multiplicação de objectos inorgânicos, ao passo que toda a vida orgânica já exibe variações e diferenças, inclusive entre indivíduos da mesma espécie. Só o homem, porém, é capaz de exprimir essa diferença e distinguir-se; só ele é capaz de se comunicar a si próprio e não apenas comunicar alguma coisa - como sede, fome, afecto, hostilidade ou medo. No homem, a alteridade, que ele tem em comum com tudo o que existe, e a distinção, que ele partilha com tudo o que vive, tornam-se singularidades e a pluralidade humana é a paradoxal pluralidade dos seres singulares. Hannah Arendt, in 'A Condição Humana'
Por Hannah Arendt