Veja outros textos inspiradores!

⁠A parte mais corajosa da gente é a que mostra a verdade.

Por Camila Fremder

⁠Me aproximo do seu templo sem saber o que vai acontecer E não sei se respiro o que você me dá, porque é veneno

Por Iñigo Quintero

Jeremias, JR, 48:34, - Ouve-se o grito de Hesbom até Eleale e Jaza, e de Zoar se dão gritos até Horonaim e Eglate-Selisia; porque até as águas de Ninrim secaram.

Por Jeremias, Antigo Testamento

Juízes, JZ, 20:16, Entre todo este povo havia setecentos homens escolhidos, canhotos, que atiravam com a funda e eram capazes de acertar uma pedra num fio de cabelo, sem nunca errar.

Por Juízes, Antigo Testamento

Às vezes, na estranha tentativa de nos defendermos da suposta visita da dor, soltamos os cães. Apagamos as luzes. Fechamos as cortinas. Trancamos as portas com chaves, cadeados e medos. Ficamos quietinhos, poucos movimentos, nesse lugar escuro e pouco arejado, pra vida não desconfiar que estamos em casa. A encrenca é que, ao nos protegermos tanto da possibilidade da dor, acabamos nos protegendo também da possibilidade de lindas alegrias. Impossível saber o que a vida pode nos trazer a qualquer instante, não há como adivinhar se fugirmos do contato com ela, se não abrirmos a porta. Não há como adivinhar e, se é isso que nos assusta tanto, é isso também que nos dá esperança.

Por Ana Jácomo

Não creio, senhor, que tenha o direito de me dar ordens; apenas por ser mais velho que eu, ou porque viu mais do mundo do que eu; sua reivindicação à superioridade depende do uso que fez de seu tempo e experiência.

Por Charlotte Brontë

Para mim, a capacidade de resolver problemas – de forma criativa, confiante e eficaz – é o sinal mais importante da verdadeira inteligência.

Por Erno Rubik

Apocalipse, AP, 16:17, Então o sétimo anjo derramou a sua taça pelo ar. E uma voz forte saiu do santuário, do lado do trono, dizendo: - Está feito!

Por Apocalipse, Novo Testamento

A guerra é o último recurso, não um passatempo.

Por A Imperatriz (série)

Como nos enganamos fugindo ao amor! Como o desconhecemos, talvez com receio de enfrentar Sua espada coruscante, seu formidável Poder de penetrar o sangue e nele imprimir Uma orquídea de fogo e lágrimas. Entretanto, ele chegou de manso e me envolveu Em doçura e celestes amavios. Não queimava, não siderava; sorria. Mal entendi, tonto que fui, esse sorriso. Feri-me pelas próprias mãos, não pelo amor Que trazias para mim e que teus dedos confirmavam Ao se juntarem aos meus, na infantil procura do outro, O outro que eu me supunha, o outro que te imaginava, Quando - por esperteza do amor - senti que éramos um só.

Por Carlos Drummond de Andrade