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"O prazer é e deve permanecer efeito colateral ou produto secundário. Ele será anulado e comprometido à medida que se fizer um objetivo em si mesmo."
Por Viktor FranklII Crônicas, 2CR, 31:3, A contribuição que o rei fazia dos seus bens era destinada para os holocaustos, para os holocaustos da manhã e os da tarde e para os holocaustos dos sábados, das Festas da Lua Nova e das festas fixas, como está escrito na Lei do Senhor.
Por II Crônicas, Antigo TestamentoRemorso Às vezes, uma dor me desespera... Nestas ânsias e dúvidas em que ando. Cismo e padeço, neste outono, quando Calculo o que perdi na primavera. Versos e amores sufoquei calando, Sem os gozar numa explosão sincera... Ah! Mais cem vidas! com que ardor quisera Mais viver, mais penar e amar cantando! Sinto o que desperdicei na juventude; Choro, neste começo de velhice, Mártir da hipocrisia ou da virtude, Os beijos que não tive por tolice, Por timidez o que sofrer não pude, E por pudor os versos que não disse!
Por Olavo BilacI Crônicas, 1CR, 1:42, Os filhos de Eser foram: Bilã, Zaavã e Jaacã. Os filhos de Disã foram: Uz e Arã.
Por I Crônicas, Antigo TestamentoSONETO JUNINO Terreiro ornado, junho desponta Tem bandeira, fogueira e rasta pé Canjica, - é bão demais da conta! No pé do ouvido, forró e cafuné Sanfona, quadrilha, muito quentão Busca-pé, moça bonita na janela Caminho da roça cheio de sensação E o casamento caipira na capela Costume que canta e encanta Viva São João! Enraizada fé, como não! Tem terço que os males espanta Junho em soneto junino, oração Santo Antônio, São Pedro, tanta Celebração e poética, trem bão! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 31 maio, 2025, 19’14” – Araguari, MG
Por poeta do cerrado - Luciano SpagnolNão diz que acabou Porque só de pensar já dói Eu sozinho nesse quarto sem você Só com o cheiro de nós
Por Kevi Jonny– Qual é o significado de tudo isso, Watson? – proferiu Holmes, em tom solene, ao terminar a leitura. – Que propósito anima este círculo de desgraças, violências e terror? Deve tender a um fim. De outro modo, nosso universo seria governado pelo acaso, o que é inadmissível. Mas qual será esse fim? Eis o imenso, imutável e eterno problema para o qual a mente humana se encontra mais longe do que nunca de dar solução. (O último adeus de Sherlock Holmes)
Por Arthur Conan Doyle