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"O prazer é e deve permanecer efeito colateral ou produto secundário. Ele será anulado e comprometido à medida que se fizer um objetivo em si mesmo."

Por Viktor Frankl

Mateus, MT, 13:9, <J>Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.</J>

Por Mateus, Novo Testamento

II Crônicas, 2CR, 31:3, A contribuição que o rei fazia dos seus bens era destinada para os holocaustos, para os holocaustos da manhã e os da tarde e para os holocaustos dos sábados, das Festas da Lua Nova e das festas fixas, como está escrito na Lei do Senhor.

Por II Crônicas, Antigo Testamento

Remorso Às vezes, uma dor me desespera... Nestas ânsias e dúvidas em que ando. Cismo e padeço, neste outono, quando Calculo o que perdi na primavera. Versos e amores sufoquei calando, Sem os gozar numa explosão sincera... Ah! Mais cem vidas! com que ardor quisera Mais viver, mais penar e amar cantando! Sinto o que desperdicei na juventude; Choro, neste começo de velhice, Mártir da hipocrisia ou da virtude, Os beijos que não tive por tolice, Por timidez o que sofrer não pude, E por pudor os versos que não disse!

Por Olavo Bilac

I Crônicas, 1CR, 1:42, Os filhos de Eser foram: Bilã, Zaavã e Jaacã. Os filhos de Disã foram: Uz e Arã.

Por I Crônicas, Antigo Testamento

⁠SONETO JUNINO Terreiro ornado, junho desponta Tem bandeira, fogueira e rasta pé Canjica, - é bão demais da conta! No pé do ouvido, forró e cafuné Sanfona, quadrilha, muito quentão Busca-pé, moça bonita na janela Caminho da roça cheio de sensação E o casamento caipira na capela Costume que canta e encanta Viva São João! Enraizada fé, como não! Tem terço que os males espanta Junho em soneto junino, oração Santo Antônio, São Pedro, tanta Celebração e poética, trem bão! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 31 maio, 2025, 19’14” – Araguari, MG

Por poeta do cerrado - Luciano Spagnol

Eu só quero te abraçar bem forte, e sentir seu coração tão perto do meu.

Por Aerosmith

Não diz que acabou Porque só de pensar já dói Eu sozinho nesse quarto sem você Só com o cheiro de nós

Por Kevi Jonny

Por muitas vezes perdi a cabeça, mas nunca o amor em meu coração!

Por Sergio Fornasari

– Qual é o significado de tudo isso, Watson? – proferiu Holmes, em tom solene, ao terminar a leitura. – Que propósito anima este círculo de desgraças, violências e terror? Deve tender a um fim. De outro modo, nosso universo seria governado pelo acaso, o que é inadmissível. Mas qual será esse fim? Eis o imenso, imutável e eterno problema para o qual a mente humana se encontra mais longe do que nunca de dar solução. (O último adeus de Sherlock Holmes)

Por Arthur Conan Doyle