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Daniel, DN, 4:15, Mas o toco, com as raízes, deixem na terra, amarrado com correntes de ferro e de bronze, em meio à erva do campo. Que esse toco seja molhado pelo orvalho do céu, e que a parte que lhe cabe seja a erva da terra, junto com os animais.

Por Daniel, Antigo Testamento

Mateus, MT, 6:12, <J>e perdoa-nos as nossas dívidas,</J> <J>assim como nós</J> <J>também perdoamos</J> <J>aos nossos devedores;</J>

Por Mateus, Novo Testamento

Me beije ou me mate. Nós dois sabemos que você só capaz de um.

Por Katherine Pierce

A magia é muito tentadora. Sem você, Elsa pode se perder para ela. (Pabbie)

Por Frozen 2

Levítico, LV, 24:11, Então o filho da mulher israelita blasfemou contra o nome do Senhor e o amaldiçoou; por isso o levaram a Moisés. O nome da mãe dele era Selomite, filha de Dibri, da tribo de Dã.

Por Levítico, Antigo Testamento

Não importa qual seu esforço ao longo do caminho, o que importa é que tenha algo no final.

Por Michael Jordan

Ezequiel, EZ, 29:11, Não passará por ela pé humano, nem pata de animal passará por ela, nem será habitada durante quarenta anos,

Por Ezequiel, Antigo Testamento

O amor não é cego, é retardado.

Por Charlie Harper

Salmos, SL, 10:8, Põe-se de tocaia nas aldeias, trucida os inocentes nos lugares ocultos; seus olhos espreitam o desamparado.

Por Salmos, Antigo Testamento

Diante do mar Oh, mar, enorme mar, coração feroz de ritmo desigual, coração mau, eu sou mais tenra que esse pobre pau que, prisioneiro, apodrece nas tuas vagas. Oh, mar, dá-me a tua cólera tremenda, eu passei a vida a perdoar, porque entendia, mar, eu me fui dando: "Piedade, piedade para o que mais ofenda". Vulgaridade, vulgaridade que me acossa. Ah, compraram-me a cidade e o homem. Faz-me ter a tua cólera sem nome: já me cansa esta missão de rosa. Vês o vulgar? Esse vulgar faz-me pena, falta-me o ar e onde falta fico. Quem me dera não compreender, mas não posso: é a vulgaridade que me envenena. Empobreci porque entender aflige, empobreci porque entender sufoca, abençoada seja a força da rocha! Eu tenho o coração como a espuma. Mar, eu sonhava ser como tu és, além nas tardes em que a minha vida sob as horas cálidas se abria... Ah, eu sonhava ser como tu és. Olha para mim, aqui, pequena, miserável, com toda a dor que me vence, com o sonho todos; mar, dá-me, dá-me o inefável empenho de tornar-me soberba, inacessível. Dá-me o teu sal, o teu iodo, a tua ferocidade, Ar do mar!... Oh, tempestade! Oh, enfado! Pobre de mim, sou um recife E morro, mar, sucumbo na minha pobreza. E a minha alma é como o mar, é isso, ah, a cidade apodrece-a engana-a; pequena vida que dor provoca, quem me dera libertar-me do seu peso! Que voe o meu empenho, que voe a minha esperança... A minha vida deve ter sido horrível, deve ter sido uma artéria incontível e é apenas cicatriz que sempre dói.

Por Alfonsina Storni