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Lucas, LC, 5:12, Aconteceu que, estando Jesus numa das cidades, um homem coberto de lepra veio à sua presença. Quando ele viu Jesus, prostrou-se com o rosto em terra e pediu: - Senhor, se quiser, pode purificar-me.

Por Lucas, Novo Testamento

ENFADA DANÇA Oh, meu melancólico sofrimento Por que no silêncio recomeças Ritmando o árduo sentimento Numa agitada dança, as pressas Eu vago sozinho pelo lamento Na solidão, que queres?... Peças! No dia, na noite, és só firmamento Assim, sem que nada te impeças Tu danças ao amuo do vento Ao relento, trazendo o medo E o pranto. Oh doce fomento Um enredo... sou desesperança Vago só e errante neste lajedo E tu me leva nesta enfada dança © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 13/12/2019, cerrado goiano

Por Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOL

Os problemas nos atingem na medida da nossa preocupação. A chave para se alcançar a fluidez, e o repouso e a liberdade interior não é a eliminação de todas as dificuldades externas, mas sim o desapego ao padrão de reação a essas dificuldades.

Por Hugh Prather

Minha vida pessoal não diz respeito a ninguém

Por Keanu Reeves

O único problema que Deus não pode resolver é aquele que você tenta esconder.

Por Bono Vox

⁠O único elemento realmente fatal na derrota é a resolução de não tentar novamente.

Por J. H. Jowett

Provérbios, PV, 18:16, Um presente que se dá abre portas e leva alguém à presença dos grandes.

Por Provérbios, Antigo Testamento

SÓ MAIS UM ADEUS – Ricardo Pantoja Apesar de eu não querer que seja dessa forma, O meu coração a mim não pertence Quero me desvincular do que me atormenta Mas não quero deixar de te procurar. Perdi a noção de como eu poderia desatar esse nó Liberta-me desse pesadelo Não quero uma morte lenta, Não quero morrer aos prantos, sufocado de esperanças Não quero que falte “você” nos meus pulmões. Mediante a tudo que vivo, Tenho a ti como meu elixir, Minha essência vital está em suas mãos E não quero mais me repudiar Não quero mais repudiar a felicidade. A morte chegará a todos nós Nosso sangue parará de correr E mediunicamente nos encontraremos novamente, Mas, egocentricamente, talvez Penso que há força para continuar Serei como uma Fênix, Retomarei do instante que me encerra, Entretanto, preciso só de uma coisa: o fim. Nada será como antes, Nada será como foi um dia, Nada será nada, Jamais será esquecido, Mas dói ser lembrado. Preciso, de alguma forma, exceder os meus esforços Preciso, de alguma forma, achar uma solução Zelo pela tua felicidade, Zelo pelo teu bem, Mas, preciso me despedir com hombridade O choro será incontido, Não negarei meus sentimentos, não esconderei minhas lágrimas, Não terei vergonha de dizer que chorei por amor Não temerei em dizer adeus, E o faço nesse momento.

Por Ricardo Pantoja - Eu mesmo

"Moço, cuidado com ela! Há que se ter cautela com esta gente que menstrua... Imagine uma cachoeira às avessas: cada ato que faz, o corpo confessa. Cuidado, moço às vezes parece erva, parece hera cuidado com essa gente que gera essa gente que se metamorfoseia metade legível, metade sereia."

Por Elisa Lucinda

Lastimamo-nos da nossa ignorância, mas é ela que produz quase todo o bem do mundo: não prever faz com que nos empenhemos.

Por Jacques Bossuet