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Cada dia a natureza produz o suficiente para nossa carência. Se cada um tomasse o que lhe fosse necessário, não havia pobreza no mundo e ninguém morreria de fome.
Por Mahatma GandhiGênesis, GN, 34:11, E o próprio Siquém disse ao pai e aos irmãos de Diná: - Que eu obtenha este favor diante de vocês e lhes darei o que me pedirem.
Por Gênesis, Antigo TestamentoMeu Deus, me dê a coragem de viver trezentos e sessenta e cinco dias e noites, todos vazios de Tua presença. Me dê a coragem de considerar esse vazio como uma plenitude. Faça com que eu seja a Tua amante humilde, entrelaçada a Ti em êxtase. Faça com que eu possa falar com este vazio tremendo e receber como resposta o. amor materno que nutre e embala. Faça com que eu tenha a coragem de Te amar, sem odiar as Tuas ofensas à minha alma e ao meu corpo. Faça com que a solidão não me destrua. Faça com que minha solidão me sirva de companhia. Faça com que eu tenha a coragem de me enfrentar. Faça com que eu saiba ficar com o nada e mesmo assim me sentir como se estivesse plena de tudo. Receba em teus braços o meu pecado de pensar.
Por Clarice LispectorA vida é curta demais para contentar-se com palavras.E difícil demais, porém, para dispensá-las.
Por André Comte-SponvilleNossa Missão é fazer um mundo melhor, mais justo e facilitar a vida para todos que estão ao nosso redor.
Por Gilberto Garcia - O NegociadorTalvez o motivo fosse justamente a nossa relação virtual: o Leo gostou de mim antes de conhecer minha aparência, e vice-versa. Num mundo onde a aparência parecia ser a primeira coisa que todo mundo reparava, conviver com ele era revigorante.
Por Clara Alvesé claro que sei dizer palavras calmas e amar devagar os que chegam a meu lado e recordam o meu nome de todas as maneiras com que ao redor da vida o foram construindo é claro que sei inventar cantigas breves das que à meia-noite perdem as notas mais vibrantes quando fogem precipitadamente dos nossos bolsos é claro que sei voltar a casa e abrir a porta e fingir que tudo está perfeito sobre a mesa e os objectos guardam os lugares de sempre e eu continuo na moldura com um riso de quinze anos tropeçando no teu ar sério quase a sair do retrato é claro que sei passar os dedos devagar pelo teu corpo nas noites em que chegas e dizes já não chove como se colocasses no meu colo uma prenda de natal e pudesses apagar a tempestade no brevíssimo instante em que a vida se resume aos nossos olhos tentando acreditar que é cedo é claro que sei esperar por ti sabendo desde sempre que não vens e mesmo assim escolho sem sobressalto a música perfeita de te acolher no sono com o enevoado rumor de todos os encontros improváveis
Por Alice Vieira