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Um guerreiro samurai, conta uma velha história japonesa, certa vez desafiou um mestre Zen a explicar o conceito de céu e inferno. Mas o monge respondeu-lhe com desprezo: – Não passas de um rústico… não vou desperdiçar meu tempo com gente da tua laia! Atacado na própria honra, o samurai teve um acesso de fúria e, sacando a espada da bainha, berrou: – Eu poderia te matar por tua impertinência. – Isso – respondeu calmamente o monge – é o inferno. Espantado por reconhecer como verdadeiro o que o mestre dizia acerca da cólera que o dominara, o samurai acalmou-se, embainhou a espada e fez uma mesura, agradecendo ao monge a revelação. – E isso – disse o monge – é o céu.

Por Daniel Goleman

I Reis, 1RS, 11:11, Por isso o Senhor disse a Salomão: - Já que você procedeu assim e não guardou a minha aliança, nem os meus estatutos que lhe ordenei, vou tirar o reino de você e dá-lo a um dos seus servos.

Por I Reis, Antigo Testamento

Eu perco o chão Eu não acho as palavras Eu ando tão triste Eu ando pela sala Eu perco a hora Eu chego no fim Eu deixo a porta aberta Eu não moro mais em mim Eu perco as chaves de casa Eu perco o freio Estou em milhares de cacos Eu estou ao meio Onde será que você está agora?

Por Adriana Calcanhotto

Ode ao Burguês Eu insulto o burgês! O burguês-níquel, o burguês-burguês! A digestão bem feita de São Paulo! O homem-curva! o homem-nádegas! O homem que sendo francês, brasileiro, italiano, é sempre um cauteloso pouco-a-pouco! Eu insulto as aristocracias cautelosas! os barões lampiões! os condes Joões! os duques zurros! que vivem dentro de muros sem pulos, e gemem sangues de alguns mil-réis fracos para dizerem que as filhas da senhora falam o francês e tocam os “Printemps” com as unhas! Eu insulto o burguês-funesto! O indigesto feijão com toucinho, dono das tradições! Fora os que algarismam os amanhãs! Olha a vida dos nossos setembros! Fará Sol? Choverá? Arlequinal! Mas à chuva dos rosais o êxtase fará sempre Sol! Morte à gordura! Morte às adiposidades cerebrais Morte ao burguês-mensal! ao burguês-cinema! ao burguês-tílburi! Padaria Suissa! Morte viva ao Adriano! “_ Ai, filha, que te darei pelos teus anos? _ Um colar… _ Conto e quinhentos!!! Mas nós morremos de fome!” Come! Come-te a ti mesmo, oh! gelatina pasma! Oh! purée de batatas morais! Oh! cabelos nas ventas! oh! carecas! Ódio aos temperamentos regulares! Ódio aos relógios musculares! Morte à infâmia! Ódio à soma! Ódio aos secos e molhados! Ódio aos sem desfalecimentos nem arrependimentos, sempiternamente as mesmices convencionais! De mãos nas costas! Marco eu o compasso! Eia! Dois a dois! Primeira posição! Marcha! Todos para a Central do meu rancor inebriante! Ódio e insulto! Ódio e raiva! Ódio e mais ódio! Morte ao burguês de giolhos, cheirando religião e que não crê em Deus! Ódio vermelho! Ódio fecundo! Ódio cíclico! Ódio fundamento, sem perdão! Fora! Fu! Fora o bom burguês!…

Por Mário de Andrade

I Samuel, 1SM, 9:6, Porém o servo respondeu: - Nesta cidade mora um homem de Deus que é muito estimado. Tudo o que ele diz acontece. Vamos agora até lá. Talvez ele possa nos mostrar o caminho que devemos seguir.

Por I Samuel, Antigo Testamento

⁠Não me entenda mal Eu nunca gostei de você Não sinto nem um pouco de pena Eu me enganei o dia todo, a noite toda

Por LE SSERAFIM

Provérbios, PV, 23:17, Não tenha inveja dos pecadores; pelo contrário, persevere no temor do Senhor todo tempo.

Por Provérbios, Antigo Testamento

Lamentações de Jeremias, LM, 4:19, Os nossos perseguidores foram mais ligeiros do que as águias nos céus; sobre os montes nos perseguiram, no deserto nos armaram ciladas. Rexe -

Por Lamentações de Jeremias, Antigo Testamento

Gênesis, GN, 4:26, A Sete nasceu-lhe também um filho, ao qual pôs o nome de Enos. Foi nesse tempo que se começou a invocar o nome do Senhor.

Por Gênesis, Antigo Testamento

A felicidade é um estado da alma É quando se tem um coração confiante e em paz de espirito É nescessário encontrar em si os obstáculos que o impede em alcançar E tenha a certeza que ao tomar uma atitude e se libertar desse mal em espirito encontrara a porta da felicidade

Por Lucia Alves