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SONETO DE UM AMOR PROIBIDO Da paixão surgiu o meu eu encantado Do silêncio, suspiros sem sons ledos Engasgados como são nossos medos Onde o inviável está ali aprisionado Aqui confesso, então, estes segredos D'alma que vai com o perigo ao lado Desgovernado sem o tempo marcado Pávido e, com os sentimentos vedos Triste o afeto que quer ser enamorado E se queima em aventurosos folguedos De ilusão, que não deveria ser desejado O que é rochedo é o amor proclamado Tudo passa, é passageiro, só enredos E este, proibido, é um amor agoniado... Luciano Spagnol Poeta do cerrado Fevereiro de 2017 Cerrado goiano
Por Luciano Spagnol (poeta do cerrado)O caráter é como uma árvore e a reputação como sua sombra. A sombra é o que nós pensamos dela; a árvore é a coisa real.
Por Abraham LincolnMais dados significam menos privacidade. Mais velocidade significa menos precisão. Mais autonomia significa menos controle.
Por Ajay AgrawalCaráter é a habilidade de manter uma resolução muito depois que a emoção com a qual foi tomada ter passado.
Por Brian TracyTalvez quem vê bem não sirva para sentir E não agrada por estar muito antes das maneiras. É preciso ter modos para todas as coisas, E cada coisa tem o seu modo, e o amor também. Quem tem o modo de ver os campos pelas ervas Não deve ter a cegueira que faz fazer sentir. Amei, e não fui amado, o que só vi no fim, Porque não se é amado como se nasce mas como acontece. Ela continua tão bonita de cabelo e boca como dantes, E eu continuo como era dantes, sozinho no campo. Como se tivesse estado de cabeça baixa, Penso isto, e fico de cabeça alta E o dourado sol seca a vontade de lágrimas que não posso deixar de ter. Como o campo é vasto e o amor interior. . . ! Olho, e esqueço, como seca onde foi água e nas árvores desfolha. Eu não sei falar porque estou a sentir. Estou a escutar a minha voz como se fosse de outra pessoa, E a minha voz fala dela como se ela é que falasse. Tem o cabelo de um louro amarelo de trigo ao sol claro, E a boca quando fala diz coisas que não só as palavras. Sorri, e os dentes são limpos como pedras do rio.
Por Alberto Caeiro