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Se alguém realmente te quiser magoar, eles vão encontrar um jeito de qualquer maneira. Eu não quero passar a minha vida toda me preocupando com isso.

Por George Michael

II Samuel, 2SM, 16:11, E Davi disse a Abisai e a todos os seus servos: - Se o meu próprio filho quer me matar, que dizer desse benjamita? Deixem-no em paz. Que amaldiçoe, pois o Senhor lhe ordenou.

Por II Samuel, Antigo Testamento

Talvez seja assim com todos os primeiros amores. Eles guardam sempre um pedacinho do seu coração.

Por Jenny Han

Primeira Paixão Como falar de ti Sem uma lágrima derramar? Pois foi contigo que cometi O meu primeiro grande erro, Apaixonei-me... Tudo aconteceu durante As férias de verão... Foi, é e será inesquecível O primeiro dia em que te conheci... Foi numa praia, o dia estava Mais quente que o inferno, Enquanto inspecionava atentamente A praia, meu olhar prendeu ao te ver... O teu andar maravilhoso e calmo, A areia dançava a teus pés E o mar beijava-os cuidadosamente. O teu longo e belo cabelo Refletia o brilho do Sol E voava através da brisa do mar. Teu olhar, esse teu belo olhar Em que não paro de pensar, Brilhante e encantador... Foi nesse preciso momento Em que acreditei em amor À primeira vista. Atento, Apreciava toda a tua pessoa. O teu nome, -B-elo como todo o teu ser -R-ainha da beleza te considerei, pois eras -U-nica entre a Mulher, -N-ela observo toda a sensualidade -A-preendida num só ser. Falando contigo, descobri Simpatia, bom humor e a felicidade. Várias longas horas falávamos diariamente, Adorava falar contigo, tínhamos Sempre algo de muito interessante que falar E o som da tua voz, suave e doce Vibrava o meu coração... Amizade o que havia Amor o que desejaria... Assim foi, numa noite Fomos dar um passeio no mesmo local Onde a conhecera. A lua sorria pela minha felicidade e o brilho das estrelas, igualavam O brilho da alegria que nos meus olhos viviam. O meu grande amigo - o Mar - Refletia o forte brilho do luar... Sentamo-nos e observamos A vastidão do Mar... Repentinamente, surgiu o tão esperado Beijo no meio do silencio. Entretanto, rasgava o teu cabelo Com minhas mãos e acariciava, cuidadosamente Todo o teu corpo... Jamais esquecerei essa noite, Uma das mais felizes da minha vida... E assim foi, durante alguns dias Dias esses marcados com amor e carinho. Mas como diz o velho ditado, Nada dura eternamente, Tinha de voltar para a minha terra natal. A nossa despedida foi marcada Por lágrimas e dor, despedida infeliz... Assim foi o fim de uma linda história De amor, simples e dolorosa... Durante todo o grande sofrimento Prometi a mim mesmo, Nunca mais voltar a amar. Infelizmente falhei nessa promessa... Mas agradeço, sim agradeço-te Pois ensinas-te me muitas coisas... A teu lado aprendi o significado De amar, consegui ver As maravilhas que a vida Tem para nos oferecer Aprendi que amar É sinônimo de sofrer...

Por Anônimo

O que torna comovedora a dedicação do cão é que ele a manifesta apenas com provas.

Por Condessa Diane

Os homens, tão enfadonhos quando se trata das manobras da ambição, são atraentes ao agirem por uma grande causa..

Por Charles de Gaulle

Deus dá as batalhas mais difíceis aos seus melhores soldados.

Por Papa Francisco

Eu sou a Barbie em que todos pensam quando dizem pensar em uma Barbie.

Por Barbie (2023)

A Oração de Maria Deus. Ó Deus infante. O mais precioso filho do céu. Concebido pela união da graça divina com a nossa desgraça. Durma bem. Durma bem. Banhado pela fresca da noite cravejada de diamantes. Durma bem, pois o fogo da ira ferve bem perto. Goze do silêncio do berço, pois o ruído do tumulto se faz sentir em seu futuro. Saboreie a doce segurança de meus braços, pois chegará breve o dia em que não poderei protegê-lo. Descansem bem, mãos pequeninas. Pois apesar de pertencerem a um rei, vocês não tocarão o cetim, não possuirão ouro. Não pegarão numa pena, não guiarão um pincel. Não, suas mãos pequeninas foram reservadas para obras mais preciosas: tocar a chaga viva de um leproso enxugar a lágrima triste de uma viúva, agarrar-se ao chão do Getsêmani. Suas mãos, tão minúsculas, tão ternas, tão brancas — fechadas hoje em forma de punho infantil. Elas não foram destinadas a empunhar um cetro nem abanar do balcão de um palácio, mas reservadas para o cravo romano que irá pregá-las numa cruz romana. Durmam bem, olhos pequeninos. Durmam enquanto podem. Pois logo virá a claridade e você vai ver a confusão que fizemos do seu mundo. Verá nossa nudez, pois não podemos ocultar-nos. Verá nosso egoísmo, pois não podemos dar. Verá nossa dor, pois não podemos curar. Ó olhos que verão o abismo escuro e seu terrível príncipe... durmam, por favor, durmam; durmam enquanto podem. Fique quieta, boquinha pequenina. Fique quieta boca pela qual falará a eternidade. Língua minúscula que em breve chamará os mortos, que irá definir a graça, que silenciará nossa insensatez. Lábios de botão — sobre os quais paira um beijo de estrelas concedendo perdão para os que crerem em você, e de morte para os que o negarem — fiquem quietos. Pezinhos pequeninos que cabem na palma de minha mão, descansem. Pois passos difíceis estão à sua frente. Sentem o cheiro do pó das estradas que terão de palmilhar? Sentem a água fria e salgada sobre as quais andarão? Recuam ao sentir o prego que terão de suportar? Temem a descida íngreme pela escada em espiral até o domínio de Satanás? Descansem, pezinhos pequeninos. Descansem hoje para que amanhã possam andar com poder. Descansem. Pois milhares irão seguir os seus passos. Pequeno coração... coração santo... bombeando o sangue da vida através do universo: quantas vezes iremos quebrantá-lo? Você será dilacerado pelos espinhos de nossas acusações. Você será devastado pelo câncer do nosso pecado. Você será esmagado pelo peso de sua própria tristeza. E será traspassado pela lança da nossa rejeição. Todavia nesse ato de traspassar, nesse último rompimento de músculo e membrana, nessa precipitação final de sangue e água, Ele irá encontrar descanso. Suas mãos serão libertadas, Seus olhos verão a justiça, Seus lábios sorrirão, e Seus pés o levarão para casa. E ali descansará de novo — desta vez nos braços do Pai.

Por Max Lucado

Gênesis, GN, 23:1, Sara viveu cento e vinte e sete anos.

Por Gênesis, Antigo Testamento