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Madrepérola Como Frida, não me calo Faço arte da ferida, cuspo no patriarcado Faço parte da família, como Venus e Serena Temos pena, como Azaelia a minha língua dá problema Tombo como Conka, reino como Badu Bailo com a Blaya, ave Maya Angelou!
Por CapicuaNeste mundo, há coisas que você não pode recuperar não importa o quanto se esforce. E também há desespero do qual você não pode se livrar.
Por KuroshitsujiNúmeros, NM, 5:14, e o espírito de ciúmes vier sobre o marido, e ele tiver ciúmes de sua mulher, por ela se haver contaminado, ou se ele tiver ciúmes, mesmo que ela não tenha se contaminado,
Por Números, Antigo TestamentoOlhos verdes Eles verdes são: E têm por usança, na cor esperança, E nas obras não. Cam. Rim. São uns olhos verdes, verdes, Uns olhos de verde-mar, Quando o tempo vai bonança; Uns olhos cor de esperança, Uns olhos por que morri; Que ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! Como duas esmeraldas, Iguais na forma e na cor, Têm luz mais branda e mais forte, Diz uma — vida, outra — morte; Uma — loucura, outra — amor. Mas ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! São verdes da cor do prado, Exprimem qualquer paixão, Tão facilmente se inflamam, Tão meigamente derramam Fogo e luz do coração Mas ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo depois que os vi! São uns olhos verdes, verdes, Que podem também brilhar; Não são de um verde embaçado, Mas verdes da cor do prado, Mas verdes da cor do mar. Mas ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! Como se lê num espelho, Pude ler nos olhos seus! Os olhos mostram a alma, Que as ondas postas em calma Também refletem os céus; Mas ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! Dizei vós, ó meus amigos, Se vos perguntam por mim, Que eu vivo só da lembrança De uns olhos cor de esperança, De uns olhos verdes que vi! Que ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! Dizei vós: Triste do bardo! Deixou-se de amor finar! Viu uns olhos verdes, verdes, uns olhos da cor do mar: Eram verdes sem esp’rança, Davam amor sem amar! Dizei-o vós, meus amigos, Que ai de mim! Não pertenço mais à vida Depois que os vi!
Por Gonçalves DiasII Crônicas, 2CR, 10:14, Preferiu seguir o conselho dos jovens, dizendo: - Meu pai lhes impôs um pesado jugo, mas eu o tornarei ainda mais pesado. Meu pai castigou vocês com açoites; eu vou castigá-los com escorpiões.
Por II Crônicas, Antigo TestamentoJeremias, JR, 49:31, Levantem-se, babilônios, e ataquem uma nação que vive em paz e sem desconfiar de nada`, diz o Senhor; ´que não tem portões, nem ferrolhos; eles vivem isolados.
Por Jeremias, Antigo TestamentoÀ distância Há quem por ti de longe vela, Deseja te ver sempre brilhar, Oferece-te carinho e zela Por tua felicidade e bem-estar. Alguém com palavras pincela O quanto encanta o teu olhar, Compõe versificada aquarela, Almeja admiração demonstrar. Tanta dedicação assim revela Ser pouco importante o lugar, Se uma paixão existe e é bela Até a distância poderá superar.
Por Dennys TávoraMinhas palavrasa podem estar muito longe do as pessoas querem ouvir... E talvez próximas de um julgamento que não posso permitir... Durante muito tempo acreditei... Nos sonhos que desejei... Fiz bolhas de sabão... Que vivendo a realidade... Levou essa minha ilusão... Mistura de sentimentos... Em fatos banais... Alma indecisa... Que em todos os dias... Busca a sabedoria... Mediando minha alegria... Na porção do meu ai... Busca longa... Que nunca a encontra... Em meu faz de conta... Volto a sonhar... Obra prima de vontade a jorrar... Do amanhecer ao entardecer... Na labuta diária... Ditoso e agradecido... Aguardo compassivo... Ser mais iluminado... Sorrio com vontade de chorar... Disfarço com maestria... Meu rosto torna-se então.... Uma paisagem... Fria... O coração lá dentro se arvora... Na balança monótona das horas... Escorrem de segundos em segundos... Pendatemente em passos fundos... Não espero recompensa... Conheço a ingratidão... Acredito que a vida é bela... Que é para ser vivida... Se na dor for queimado... Renascerei das cinzas... Sandro Paschoal Nogueira
Por Sandro Paschoal Nogueira