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I Reis, 1RS, 4:16, Baaná, filho de Husai, em Aser e Bealote;

Por I Reis, Antigo Testamento

O orgulho... é filho da ignorância.

Por Giuseppe Baretti

Juízes, JZ, 11:19, Então Israel enviou mensageiros a Seom, rei dos amorreus, rei de Hesbom. Israel lhe disse: ´Por favor, deixe-nos passar pela sua terra até o nosso destino.`

Por Juízes, Antigo Testamento

⁠Queria escrever coisas bonitas Sobre você, sobre nós. Mas agora as máscaras caíram E não há nada bonito aqui. Apenas dor e feiura. Não me resta mais nada Para escrever. Sou poeta e você roubou Todas as minhas palavras E rimas bonitas que eu escrevia.

Por Amanda Kviatkovski

Tive o privilégio de tê-la conhecido, de tê-la amado e de ter sido amada por ela.

Por Indecente (filme)

Sabe a sensação de estar num lugar onde ninguém pode te machucar?

Por As Garotas de Cristal (filme)

O amor exige um tipo de confiança absoluta no outro; uma vez que vamos aceitar que esse outro esteja totalmente presente em nossa própria vida.

Por Alain Badiou

Fiz um acordo de coexistência pacífica com o tempo: Nem ele me persegue, nem eu fujo dele, um dia a gente se encontra.

Por Mário Lago

Porque entre o sim e o não é só um sopro, entre o bom e o mau apenas um pensamento, entre a vida e a morte só um leve sacudir de panos - e a poeira do tempo, com todo o tempo que eu perdi, tudo recobre, tudo apaga, tudo torna simples e tão indiferente.

Por Lya Luft

Tua vida, filha, é um texto que há tempos começamos a escrever, mas, daqui em diante, também te cabe pegar esta tinta e delinear o teu curso, tome só cuidado com o que retiras do nada e trazes à superfície, é comum borrar ou rasurar um trecho, mas é impossível apagá-lo, a palavra se faz carne, e a carne se lacera, a carne apodrece aos poucos, mas é também pela carne que a palavra se imortaliza. Não há borracha para um fato já vivido, pode-se erguer represas e costões, muralhas e fortalezas para barrar o fluxo das horas, mas, uma vez que o sol se torne sombra, que o luar penda no céu em luto, a névoa se disperse na paisagem pendurada à parede, o dedo acione o gatilho, nada mais se pode fazer; nossa jornada, aqui, é única, a ninguém será dada a prerrogativa, salvadora ou danosa, da reescrita.

Por João Anzanello Carrascoza