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Algumas vezes, se você deixa as pessoas fazerem coisas a você, na verdade você está fazendo a elas.

Por Gillian Flynn

Isaías, IS, 5:24, Portanto, assim como as labaredas consomem a palha, e a erva seca se desfaz pela chama, assim a raiz deles será como podridão, e a flor deles subirá como pó; porque rejeitaram a lei do Senhor dos Exércitos e desprezaram a palavra do Santo de Israel.

Por Isaías, Antigo Testamento

Josué, JS, 19:40, A sétima sorte saiu à tribo dos filhos de Dã, segundo as suas famílias.

Por Josué, Antigo Testamento

Nenhum homem é hipócrita nos seus prazeres.

Por Albert Camus

Naquela noite, você disse que sempre me apoiaria. E me apoiou mesmo em cada passo.

Por Como seria se…? (filme)

I Samuel, 1SM, 18:2, Naquele dia, Saul reteve Davi e não permitiu que ele voltasse para a casa de seu pai.

Por I Samuel, Antigo Testamento

Deus nos concede, a cada dia, uma página de vida nova no livro do tempo. Aquilo que colocarmos nela, corre por nossa conta.

Por Chico Xavier

já sorriu no mesmo ritmo do coração de alguém? é a sensação de dançar um bom samba sem errar o passo.

Por João Doederlein

DoDia e DaNoite DoDia o sol ruboresce no cerrado torto, desigual DaNoite o céu estrelece e os sonhos num ritual... Banha-se o rosto na bica fria, da madrugada DoDia Estórias já são DaNoite, futrica pois, é o tempo em travessia. DaNoite e ou DoDia, a poesia plica. E segui a sina... © Luciano Spagnol Poeta do cerrado 31 de maio, 2018 Cerrado goiano

Por Luciano Spagnol (poeta do cerrado)

Quando a bondade se mostra abertamente já não é bondade, embora possa ainda ser útil como caridade organizada ou como ato de solidariedade. Daí: «Não dês tuas esmolas perante os homens, para seres visto por eles». A bondade só pode existir quando não é percebida, nem mesmo por aquele que a faz; quem quer que se veja a si mesmo no ato de fazer uma boa obra deixa de ser bom; será, no máximo, um membro útil da sociedade ou zeloso membro da Igreja. Daí: «Que a tua mão esquerda não saiba o que faz a tua mão direita». (...) O amor à sabedoria e o amor à bondade, que se resolvem nas atividades de filosofar e de praticar boas ações, têm em comum o fato de que cessam imediatamente – cancelam-se, por assim dizer – sempre que se presume que o homem pode ser sábio ou ser bom. Sempre houve tentativas de dar vida ao que jamais pode sobreviver ao momento fugaz do próprio ato, e todas elas sempre levaram ao absurdo.

Por Hannah Arendt