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Salmos, SL, 129:6, Sejam como a erva dos telhados, que seca antes de florescer,

Por Salmos, Antigo Testamento

I Samuel, 1SM, 1:7, Isso acontecia ano após ano. Todas as vezes que Ana ia à Casa do Senhor, a outra a irritava. Por isso Ana se punha a chorar e não comia nada.

Por I Samuel, Antigo Testamento

A dor cortava-a ao meio, como num truque de magia, só que sabia que nunca mais voltaria a ficar inteira.

Por Jodi Picoult

O que eu ganho em não me encaixar É compreender Que nada voltará Que tudo vai passar

Por Aurora Rules

⁠A mente é um universo em constante exploração.

Por Marcelo Viana

⁠Ela não era do tipo que te apunhalava pelas costas. Ela te apunhalava pela frente, para que você pudesse ver...

Por Jill Mansell

Uma andorinha só não faz primavera.

Por Dom Quixote

Hoje o dia é um dia chuvoso e triste amortalhado Naquela monotonia doente dos grandes dias. Hoje o dia... (a pena caiu-me das mãos) Acabou-se o poema no papel. Cá por dentro Continua... Oh! este marulhar das almas no silêncio!

Por Fernando Namora

Geometria dos ventos Eis que temos aqui a Poesia, a grande Poesia. Que não oferece signos nem linguagem específica, não respeita sequer os limites do idioma. Ela flui, como um rio. como o sangue nas artérias, tão espontânea que nem se sabe como foi escrita. E ao mesmo tempo tão elaborada - feito uma flor na sua perfeição minuciosa, um cristal que se arranca da terra já dentro da geometria impecável da sua lapidação. Onde se conta uma história, onde se vive um delírio; onde a condição humana exacerba, até à fronteira da loucura, junto com Vincent e os seus girassóis de fogo, à sombra de Eva Braun, envolta no mistério ao mesmo tempo fácil e insolúvel da sua tragédia. Sim, é o encontro com a Poesia. (Poesia feita em homenagem ao poema Geometrida dos Ventos de Álvaro Pacheco)

Por Rachel de Queiroz

Deuteronômio, DT, 28:34, e ficarão loucos pelo que verão com os seus próprios olhos.

Por Deuteronômio, Antigo Testamento