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É impressionante o que você consegue fazer quando deixa de se preocupar com o fracasso.

Por Anne Sweeney

Diabo: À barca, à barca, houlá! que temos gentil maré! - Ora venha o carro a ré! Companheiro: Feito, feito! Bem está! Vai tu muitieramá, e atesa aquele palanco e despeja aquele banco, pera a gente que virá. À barca, à barca, hu-u! Asinha, que se quer ir! Oh, que tempo de partir, louvores a Berzebu! - Ora, sus! que fazes tu? Despeja todo esse leito! Companheiro: Em boa hora! Feito, feito! Diabo: Abaixa aramá esse cu!

Por Gil Vicente

Para um pouco com a bagunça Deixa eu te olhar Que o tempo voa e olha só Você sabe falar E diz tudo que eu preciso escutar

Por Ana Vilela

Lembrar-me-ei de ti Lembrar-me-ei de ti, e eternamente Hei de chorar tua fatal ausência, Enquanto atroz saudade Não extinguir-me a seiva da existência; E recordando amores que frui, Por estes sítios sempre entre suspiros Lembrar-me-ei de ti. De noite no aposento solitário Cismando a sós, verei a tua imagem Aparecer-me pálida e saudosa Dos sonhos na miragem; E então chorando o anjo que perdi, Meu leito banharei de ardente pranto Chamando em vão por ti. Quando a manhã formosa alvorecendo De seus fulgores inundar o espaço, Demandarei saudoso Esse lugar em que no extremo abraço Teu lindo corpo ao peito meu cingi; E deste vale os ecos acordando Perguntarei por ti. Quando por trás daqueles arvoredos O sol sumir-se, vagarei sozinho Por essas sombras, onde outrora juntos Nos sentamos à borda do caminho; E às auras que suspiram por ali, Inda teu doce nome murmurando, Hei de falar de ti. Além, onde sonora a fonte golfa À sombra de um vergel sempre viçoso, Que sobre nós mil flores entornava, Irei beijar a relva em que ditoso Sobre teu seio a fronte adormeci, E com a clara linfa que murmura, Suspirarei por ti. E quando enfim secar-se a última lágrima Nos olhos meus em triste desalento, Bem como a lira, em que gemendo estala A extrema corda com dorido acento, No sítio em que a primeira vez te vi, Exalando um suspiro, de saudades Hei de morrer por ti.

Por Bernardo Guimarães

Ezequiel, EZ, 43:13, São estas as medidas do altar, usando-se o mesmo sistema de medidas utilizado para medir o templo. A calha tem meio metro de fundura e meio metro de largura; e a sua borda, em todo o seu contorno, é de um palmo. E esta é a altura do altar:

Por Ezequiel, Antigo Testamento

Salmos, SL, 69:2, Estou atolado num profundo lamaçal, que não dá pé. Entrei em águas profundas, e estou sendo arrastado pela correnteza.

Por Salmos, Antigo Testamento

Essa... Essa, que hoje se entrega aos meus braços escrava olhos tontos do amor de que aos poucos me farto, ontem... era a mulher ideal que eu procurava que enchia a minha insônia a rondar o meu quarto... Essa, que ao meu olhar parado e indiferente há pouco se despiu - divinamente nua -, já me ouviu murmurar em êxtase, fremente: - Sou teu! ... E já me disse, a delirar: - Sou tua ! Essa, que encheu meus sonhos, meus receios vãos, num tempo em que eram vãos meus sonhos, meus receios, já transbordou de vida a ânsia das minhas mãos com a beleza estonteante e morna dos seus seios ! Essa, que se vestiu... que saiu dos meus braços e se foi... - para vir, quem sabe? uma outra vez. - segui-a... e eu era a sombra dos seus próprios passos.. - amei-a... e eu era um louco quando a amei talvez... Hoje, seu corpo é um livro aberto aos meus sentidos já não guarda as surpresas de antes para mim... (Não importa se há livros muita vez relidos importa... é que afinal, todos eles têm fim... Essa, a quem julguei Ter tanta afeição sincera e hoje não enche mais a minha solidão, simboliza a mulher que sempre a gente espera... mas que chega, e se vai... como todas vão... (Do livro - Amo – 1939)

Por J. G. de Araújo Jorge

Pecado é rebeldia. Em outras palavras, o pecado é a recusa do homem em se submeter à Palavra de Deus.

Por John Piper

⁠Com o esporte, você vai ter a possibilidade de ver crianças interagindo juntas, tendo que passar por cima de desafios sem chamar pai, sem chamar mãe, sem chamar ninguém.

Por Jorge de Sá

⁠A raiva sempre foi um defeito meu. Quando surge, canta nas minhas veias como um gole de gim. Qualquer ação parece possível, razoável. Só depois, quando o fogo se apaga, vejo a mancha escura de fuligem do que fiz.

Por Laura Purcell