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"Molho as pontas dos dedos e apago a vela. Ouço um chiado bonito e findo. Por que há tanto silêncio no escuro? As ilusões estão impregnadas de sebo. Simulacros de uma luz indiferente às dores dos cegos. Pobre vela que necessita da escuridão para ser aquela que vela. Escrevi este poema permeado de triste beleza para dizer que não são as palavras melancólicas na sintaxe que fazem um verso triste. É a tristeza dessas velas que só se enxergam quando tudo em volta fenece. Ora, é o belo que há nas tristezas que deixa a dor suportável e dá luz própria à cada vela que se apaga". (Em sua página oficial no Facebook)
Por Clara Dawn“ O trabalho consome o tempo, O tempo consome o trabalho, O que sobra é a vontade, De mais tempo sem trabalho...” Oscar
Por Oscar de Jesus KlemzEu não olho para as consequências de falhar um lance importante, quando você pensa acerca das consequências, pensa sempre em resultados negativos.
Por Michael JordanPara que buscar a felicidade sem antes achar a tua paz? Afinal, este é o único jeito de conseguir enchergar e perceber a forma mais fácil de ser feliz que é fazendo o outro feliz!
Por Leandro MeloII Samuel, 2SM, 1:1, Depois da morte de Saul, quando Davi tinha voltado de derrotar os amalequitas e já estava dois dias em Ziclague,
Por II Samuel, Antigo TestamentoCântico dos Cânticos, CT, 6:11, Desci ao jardim das nogueiras, para ver os renovos do vale, para ver se brotavam as videiras, se as romãzeiras estavam em flor.
Por Cântico dos Cânticos, Antigo TestamentoAtravessar as coisas Atravessar as coisas para melhor absorver-lhes a duração e o gosto. Aprender a paciência de um artesanato. Sair do outro lado com outra densidade: o corpo mais sólido diante da correnteza desses dias.
Por Donizete GalvãoO meu livro de instruções de poesia, comprado num quiosque junto ao rio, contém várias regras sobre o que evitar e o que seguir. Mais de duas pessoas num poema é uma multidão, eis uma. Mencionar que roupa usas enquanto escreves, é outra. Evitar a palavra vórtice, a palavra aveludado, e a palavra cigarra. À falta de um final, coloca umas galinhas castanhas em plena chuva. Nunca admitas que reves. E – mantém sempre o teu poema numa só estação. Tento estar atento, mas nestes últimos dias de verão sempre que elevo os olhos da página e vejo uma mancha queimada de folhas amarelas, penso nos ventos glaciais que brevemente me atravessarão o casaco.
Por Billy Collins