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Somos todos Madalena mas amamos pedra Tive dois filhos Um se chama Adão e outro Eva Um se chama Adão e outro guerra Um se chama Adão e outro terra

Por Baco Exu do Blues

As pessoas sempre subestimam as crianças, subestimam o que elas são capazes de fazer.

Por A Vizinha da Mulher na Janela (série)

Acontece que ele não me amava como eu esperava... Bom, o que estou tentando dizer é que eu entendo o que é se sentir a menor e a mais insignificante das criaturas do mundo e isso faz você sentir dores em lugares que nem sabia que existiam no corpo. Não importa quantos penteados novos você fizer, ou em quantas academias entrar, ou ainda quantas taças de frisante você tomar com as amigas, você ainda vai pra cama, toda noite, pensando em cada detalhe, imaginando o que fez de errado, ou como pode ter interpretado mal, e como foi que por um breve momento, você achou que podia ser tão feliz. Às vezes você consegue até se convencer de que ele, num passe de mágica, irá ate à sua porta... e depois de tudo isso, demore o tempo que tenha que demorar, você vai para um lugar novo, vai conhecer pessoas novas que fazem você se valorizar e pedacinhos da sua alma vão finalmente voltar. E aquela época turva, aquele tempo ou a vida que você desperdiçou, tudo isso começa a se dissipar.

Por O Amor Não Tira Férias

Todos temos um desejo. Descubra o dele.

Por Código: Imperador (filme)

II Samuel, 2SM, 14:8, O rei disse à mulher: - Vá para a sua casa, e eu darei ordens a seu respeito.

Por II Samuel, Antigo Testamento

Josué, JS, 23:8, Pelo contrário, apeguem-se ao Senhor, seu Deus, como vocês têm feito até o dia de hoje.

Por Josué, Antigo Testamento

Dores d’África Eh, meu pai! Em vez de prantos é melhor que cantemos. Eh, meu pai! É melhor que cantemos a dor contínua a solidária luta de poetas-bantos contra a tirania

Por Graça Graúna

Aprendi que um homem só tem o direito de olhar um outro de cima para baixo para ajudá-lo a levantar-se.

Por Johnny Welch

⁠Um vasto potencial humano inexplorado é perdido quando tratamos as pessoas como meros seguidores.

Por L. David Marquet

O arranco da morte Pesa-me a vida já. Força de bronze Os desmaiados braços me pendura. Ah! já não pode o espírito cansado Sustentar a matéria. Eu morro, eu morro. A matutina brisa Já não me arranca um riso. A rósea tarde Já não me doura as descoradas faces Que gélidas se encovam. O noturno crepúsculo caindo Só não me lembra o escurecido bosque, Onde me espera, a meditar prazeres, A bela que eu amava. A meia-noite já não traz-me em sonhos As formas dela - desejosa e lânguida - Ao pé do leito, recostada em cheio Sobre meus braços ávidos. A cada instante o coração vencido Diminui um palpite; o sangue, o sangue, Que nas artérias férvido corria, Arroxa-se e congela. Ah! é chegada a minha hora extrema! Vai meu corpo dissolver-se em cinza; Já não podia sustentar mais tempo O espírito tão puro. É uma cena inteiramente nova. Como será? - Como um prazer tão belo, Estranho e peregrino, e raro e doce, Vem assaltar-me todo! E pelos imos ossos me refoge Não sei que fio elétrico. Eis! sou livre! O corpo que foi meu! que lodo impuro! Caiu, uniu-se à terra.

Por Junqueira Freire