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Daniel, DN, 3:15, Agora, pois, se vocês estão prontos, quando ouvirem o som da trombeta, da flauta, da cítara, da harpa, da lira, da gaita de foles, prostrem-se e adorem a imagem que eu fiz. Mas, se não a adorarem, serão, no mesmo instante, lançados na fornalha de fogo ardente. E quem é o deus que os poderá livrar das minhas mãos?
Por Daniel, Antigo TestamentoEm algum momento da vida vocês irão lembrar-se dessa seguinte informação: - Sentimentos não são para todos e a maioria não compreendera a imensidão do que seria sentir algo no qual se torna inexplicável com o tempo. Amar causa isso, se tornando a verdadeira confusão do que seria o real sentir.
Por Thaís VazEzequiel, EZ, 36:18, Por isso, derramei o meu furor sobre eles, por causa do sangue que derramaram sobre a terra e por causa dos seus ídolos com que a contaminaram.
Por Ezequiel, Antigo TestamentoDomingo Domingo é dia de sossego, de família, de almoço gostoso, daquela sobremesa deliciosa... É dia de cochilo, de brincar com o cachorro, de cuidar do que é seu. Domingo é dia de renovar energias, repensar em coisas feitas, planejar coisas que fará. Domingo é dia de dar tempo pra você, de ter tempo para si mesmo de fazer o que gosta e te faz feliz. Pense nisso! E aproveite!
Por Célia Cristina PradoOs pensamentos e as ações do homem são substitutos compensatórios para desejos que ele foi obrigado a suprimir.
Por Edward BernaysO morcego Meia-noite. Ao meu quarto me recolho. Meu Deus! E este morcego! E, agora, vede: Na bruta ardência orgânica da sede, Morde-me a goela igneo e escaldante molho. "Vou mandar levantar outra parede..." — Digo. Ergo-me a tremer. Fecho o ferrolho E olho o teto. E vejo-o ainda, igual a um olho, Circularmente sobre a minha rede! Pego de um pau. Esforços faço. Chego A tocá-lo. Minh'alma se concentra. Que ventre produziu tão feio parto?! A Consciência Humana é este morcego! Por mais que a gente faça, à noite, ele entra Imperceptivelmente em nosso quarto!
Por Augusto dos AnjosEcos D'Alma Oh! madrugada de ilusões, santíssima, Sombra perdida lá do meu Passado, Vinde entornar a clâmide puríssima Da luz que fulge no ideal sagrado! Longe das tristes noites tumulares Quem me dera viver entre quimeras, Por entre o resplendor das Primaveras Oh! madrugada azul dos meus sonhares. Mas quando vibrar a última balada Da tarde e se calar a passarada Na bruma sepulcral que o céu embaça Quem me dera morrer então risonho Fitando a nebulosa do meu sonho E a Via-Látea da Ilusão que passa!
Por Augusto dos Anjos