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Eu não gosto de pessoas que nunca caíram ou que nunca tropeçaram. A virtude delas é sem vida e não vale muito. A vida não lhes revelou sua beleza.
Por Boris PasternakAPENAS Que eu trove, somente, a minha saudade Como se fosse o suspiro em mais um verso A rima perdida na recordação, no disperso Enfim, a sensação de liberdade e de vontade Que eu liberte uma qualquer imaginação: Olhares meigos e aquela aprazível alegria Inspirada pra você, com a ventura luzidia Inteira, pelos vários sentidos duma emoção Que me tenhas teu, só teu, a todo momento E seja o sentimento, a tua boca o meu alento Ousadia, companhia e tão cheio de fantasia E que, apenas, sinta, sussurre á minha prosa Agrados, emoções, aquela ternura carinhosa Na poética saudosa com porção de nostalgia. © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 10 dezembro, 2021, 21’04” – Araguari, MG
Por poeta do cerrado - Luciano SpagnolDeuteronômio, DT, 13:10, Vocês devem apedrejá-lo até que morra, porque ele procurou afastá-los do Senhor, seu Deus, que os tirou da terra do Egito, da casa da servidão.
Por Deuteronômio, Antigo TestamentoJonas, JN, 2:5, ´As águas me cercaram até a alma, o abismo me rodeou; e as algas se enrolaram na minha cabeça.
Por Jonas, Antigo TestamentoSó porque meus sonhos são diferentes dos seus, isso não significa que não sejam importantes.
Por Adoráveis MulheresEu não sei o que tenho... Essa tristeza Que um sorriso de amor nem mesmo aclara, Parece vir de alguma fonte amara Ou de um rio de dor na correnteza. Minh'alma triste na agonia presa, Não compreende esta ventura clara, Essa harmonia maviosa e rara Que ouve cantar além, pela devesa. Eu não sei o que tenho... Esse martírio, Essa saudade roxa como um lírio, Pranto sem fim que dos meus olhos corre, Ai, deve ser o trágico tormento, O estertor prolongado, lento, lento, Do último adeus de um coração que morre...
Por Auta de SouzaDe que te serve a inteligência, se não tens inteligência para a usar com inteligência?
Por Vergílio FerreiraA tendência a admirar, quase venerar, os ricos e poderosos, e de desdenhar, ou no mínimo ignorar, pessoas em condições pobres e cruéis, embora necessária para estabelecer e manter a distinção entre níveis sociais, é ao mesmo tempo a maior e mais universal causa da corrupção da nossa sensibilidade moral.
Por Adam Smith