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Lamentações de Jeremias, LM, 1:21, Ouvem-se os meus gemidos, mas não tenho quem me console. Todos os meus inimigos que souberam da minha desgraça se alegram, porque tu a fizeste cair sobre mim; mas, quando trouxeres o dia que anunciaste, eles serão semelhantes a mim. Tau -
Por Lamentações de Jeremias, Antigo TestamentoHebreus, HB, 1:11, Eles perecerão, mas tu permaneces; todos eles envelhecerão como veste;
Por Hebreus, Novo TestamentoTínhamos tudo. A casa e a vida perfeita, e alguém tirou isso de nós, e eu vou recuperar.
Por Bem-Vindos à Vizinhança (série)II Coríntios, 2CO, 3:8, como não será de maior glória o ministério do Espírito?
Por II Coríntios, Novo TestamentoSalmos, SL, 92:3, com instrumentos de dez cordas, ao som da lira e com a solenidade da harpa.
Por Salmos, Antigo TestamentoVocê não pode escrever um roteiro em sua mente e depois se forçar a segui-lo. Você tem que ser você mesmo.
Por Chimamanda Ngozi AdichiePense duas vezes Porque eu não consigo ser legal como todo mundo Não entenda mal Meus sorrisos fáceis são para mim
Por BlackPinkDiante do mar Oh, mar, enorme mar, coração feroz de ritmo desigual, coração mau, eu sou mais tenra que esse pobre pau que, prisioneiro, apodrece nas tuas vagas. Oh, mar, dá-me a tua cólera tremenda, eu passei a vida a perdoar, porque entendia, mar, eu me fui dando: "Piedade, piedade para o que mais ofenda". Vulgaridade, vulgaridade que me acossa. Ah, compraram-me a cidade e o homem. Faz-me ter a tua cólera sem nome: já me cansa esta missão de rosa. Vês o vulgar? Esse vulgar faz-me pena, falta-me o ar e onde falta fico. Quem me dera não compreender, mas não posso: é a vulgaridade que me envenena. Empobreci porque entender aflige, empobreci porque entender sufoca, abençoada seja a força da rocha! Eu tenho o coração como a espuma. Mar, eu sonhava ser como tu és, além nas tardes em que a minha vida sob as horas cálidas se abria... Ah, eu sonhava ser como tu és. Olha para mim, aqui, pequena, miserável, com toda a dor que me vence, com o sonho todos; mar, dá-me, dá-me o inefável empenho de tornar-me soberba, inacessível. Dá-me o teu sal, o teu iodo, a tua ferocidade, Ar do mar!... Oh, tempestade! Oh, enfado! Pobre de mim, sou um recife E morro, mar, sucumbo na minha pobreza. E a minha alma é como o mar, é isso, ah, a cidade apodrece-a engana-a; pequena vida que dor provoca, quem me dera libertar-me do seu peso! Que voe o meu empenho, que voe a minha esperança... A minha vida deve ter sido horrível, deve ter sido uma artéria incontível e é apenas cicatriz que sempre dói.
Por Alfonsina Storni