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As pessoas perguntam se eu voltei e eu não tinha uma resposta para dar ainda. Mas agora eu tenho. Eu decidi que eu estou de volta.
Por John Wick: De Volta ao JogoVocê sempre será muito de alguma coisa para alguém: muito grande, muito barulhento, muito flexível, muito nervoso. Mas, se você aparar suas bordas, perderá sua essência.
Por Danielle LaPorteMinha criança Peço licença para falar na minha criança, a que mora aqui dentro e não me abandonará jamais. Talvez com a morte eu até regresse a ela. Os quase setenta anos que dela me separam não a removem. Ela ali está, magra e tímida, a me olhar e ditar comportamentos e reações. Minha criança esteve em todos os meus filhos e aparece no meus sete netos. Ela se refaz da morte da irmã e abre os olhos para o mundo, com a certeza de que veio ao mundo para alguma missão, embora sempre se considere inferior ao tamanho da mesma. Minha criança sente enorme saudade de pai e da mãe com quem o adulto já não conta salvo no exemplo, na saudade e nas orações quando me domina uma fugidia sensação de estarem, incorpóreos, a meu lado, mas sem se manifestarem. Minha criança possui incomensuráveis solidões diante do mistério do infinito. Ainda recua diante do violento, embora não o tema, e ainda se infiltra em episódios de distração e inocência inexplicáveis num homem com minha carga de vivências. Minha criança ainda gosta de abraço caloroso, proteções misteriosas e de um modo de rezar que o adulto nunca mais conseguiu tais a entrega e a total confiança no mistério e na proteção de Deus. Minha criança carrega o melhor de mim, é portadora de meu modo triste de falar de coisas alegres e de algum susto misterioso sempre que se lhe impõe alguma expectativa d enfermidade. Minha criança é inteira, mansa, bondosa e linda. Eu a amo, preservo, e dou boas gargalhadas quando a vejo infiltrar-se nas graves decisões de algumas de minhas responsabilidades adultas. Ninguém a vê, salvo eu. Ninguém a acaricia, salvo eu, que a estimo, procuro e admiro mais a cada dia e com quem converso histórias infinitas, que somente a imaginação pode conceber no universo maravilhoso da fabulação interior e solitária. Diariamente passeio com minha criança e estou muito feliz por cumprimentá-la, levar-lhe balas, nuvens, aquele cão da meninice, as canções de minha mãe e os carinhos de meu pai, levar-lhe os presentes que ganhava de meu padrinho e toda a enorme vontade de Ser que então adivinhava para a minha vida. Vida que chegou, ameaça passar, e da qual não me arrependo. Minha criança adivinhou em seus sonhos o adulto que eu queria ser. E traz alegria e esperanças à minha idade atual. Hoje sou, há muito tempo, o adulto que sonhei ser. Talvez com menos tensões, mas igualzinho em meu modo de amar a vida.
Por Artur da TávolaRomanos, RM, 15:4, Pois tudo o que no passado foi escrito, para o nosso ensino foi escrito, a fim de que, pela paciência e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança.
Por Romanos, Novo TestamentoAquele livramento, eu sei, foi Tua mão Aquela porta fechada, eu sei, foi o Teu não Aquela noite que passei chorando E de manhã eu acordei cantando Tudo isso, eu sei, de mim estás cuidando.
Por Elaine MartinsLucas, LC, 3:12, Também alguns publicanos chegaram para ser batizados e perguntaram a João: - Mestre, o que devemos fazer?
Por Lucas, Novo TestamentoNosso alvo na vida deveria ser não o de ultrapassar os outros, mas o de ultrapassar a nós mesmos.
Por BabcockSe atirarem pedras contra você, faça delas uma muralha ou um grande castelo.
Por Fernando Loschiavo NeryNO MAR Ele sustém eternos murmúreos Nas praias desoladas, e com soberbas cristas Inunda vinte mil cavernas, até que o sortilégio De Hécate as deixe com seu velho e assombroso som. Muitas vezes se encontra tão tranqüilo, Que até a menor das conchas permanece dias imóvel Desde o desenlace dos ventos celestiais. Vós, cujos olhos se enchem de tormento e tédio, Regozijai-os com a imensidão do mar; Vós, cujos ouvidos estão atordoados pelo rude ruído, Ou enfastiados pela música melosa - Sentai-vos na boca de uma velha caverna, e meditai Até que escuteis, como se cantassem, as ninfas do mar!
Por John Keats