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Não há nada no socialismo que mais alguns anos ou algum dinheiro não possam curar.

Por Will Durant

Eu achava coisas que eu não acho mais Cabia em roupas, sentimentos que já não me servem mais O tempo corria e eu me sentia sempre um passo atrás Na pressa, em busca do que me traria paz Preencher vazios, tornar sonhos reais Mas o medo é, sim, meu inimigo de outros carnavais

Por Kell Smith

⁠É tão difícil ser espontânea e ter consideração ao mesmo tempo. Por isso normalmente é melhor ficar em casa, vendo televisão ou interagindo em segurança pela internet, por trás de uma fachada semiverdadeira. O mundo exterior exige realidade demais.

Por Emma Jane Unsworth

Nosso tio transformou a casa dele numa armadilha pra turistas que chamava de Cabana do Mistério. O mistério era saber por que tinha gente que ia lá. (Dipper)

Por Gravity Falls

⁠Eu vivi [a ditadura]… Eu sei como é importante você ter a liberdade de poder falar.

Por Carlos Alberto de Nóbrega

POEMA EM LINHA RETA Nunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo. E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil, Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita, Indesculpavelmente sujo, Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho, Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo, Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas, Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante, Que tenho sofrido enxovalhos e calado, Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda; Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel, Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes, Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar, Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado Para fora da possibilidade do soco; Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas, Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo. Toda a gente que eu conheço e que fala comigo Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho, Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida... Quem me dera ouvir de alguém a voz humana Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia; Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia! Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam. Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil? Ó príncipes, meus irmãos, Arre, estou farto de semideuses! Onde é que há gente no mundo? Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra? Poderão as mulheres não os terem amado, Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca! E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído, Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear? Eu, que venho sido vil, literalmente vil, Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.

Por Fernando Pessoa

O amor, como um rio, encontrará um novo caminho toda vez que encontrar um obstáculo.

Por Crystal Middlemas

Nunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo. (...) Arre, estou farto de semideuses! Onde é que há gente no mundo? Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra? Poderão as mulheres não os terem amado, Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca! E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído, Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear? Eu, que venho sido vil, literalmente vil, Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.

Por Fernando Pessoa

⁠Quando o poder está em jogo ”, disse Pitt,“ a primeira vítima geralmente é a liberdade ”.

Por Clive Cussler

Carta para um amigo distante Meu amigo, Hoje estava orando por você e me peguei chorando. Cansado do orgulho de não dizer que te amo, decidi escrever. Não sei se você vai ler isso e nem sei por que existem momentos assim, nos quais, por mais que você tente, as lembranças insistam em encher a nossa cabeça. Não sei como se pode descrever isso, talvez seja coração... ou talvez saudade! Prefiro pensar que ela não é maldosa, mas só se preocupa em me mostrar incessantemente como esses momentos foram importantes e preciosos. É algo fascinante! Mas a força de lembrar cada momento com carinho, por mais que sempre me arranque um sorriso, não acaba com aquela dor que insiste em se instalar. Disso nascem as perguntas: desde quando começou o final de nossos rumos? Quando algo que era normal virou saudade? Por mais que eu insista em não saber, dentro de mim a resposta é clara... Meu amigo, a vida é uma surpresa! Talvez o mundo seja tão grande para nós e nossos sonhos tão diferentes, que seguiremos caminhos opostos. Ou talvez ele seja pequeno demais e nos permita encontrar sempre e partilhar aquelas risadas que tanto conhecemos. Seja como for, sei que não há de existir nada capaz de apagar o que vivemos. Momentos preciosos com um amigo... que sempre pude chamar de irmão!

Por Felipe Arco